O primeiro problema que se tem na
avaliação do livro de Jó é justamente a inconseqüente tentativa de considerá-lo
como livro de relato histórico sobre a vida dele; que decorreria da também
existência de sua família, seus três amigos e os seus empregados, também de
Deus estar presente nos inusitados diálogos da obra.
A
LITERATURA DE SISTEMATIZAÇÃO TEOLÓGICA QUE É O LIVRO DE JÓ
a
O primeiro problema que se tem na
avaliação do livro de Jó é justamente a inconseqüente tentativa de considerá-lo
como livro de relato histórico sobre a vida desse importante personagem, que
decorreria da também existência de sua família, seus três amigos e os seus
empregados; inclusive, se faz isto em uma argumentação capenga de somente
insistir que homem Jó existiu. Coisa essa que procurarei mostrar de maneira
pormenorizada nesse pequeno Estudo ser fantasiosa e não corresponder à verdade
bíblica.
AGRADECIMENTO
c
Aproveito para agradecer
de todo meu coração à forma receptiva e carinhosa como os meus atuais ─ trinta
e três (33) Blogs de estudos contando com este ─, estão sendo visitados por
milhares de pessoas no Brasil, e em mais quarenta (40) países ─ alguns dos Temas,
mais visitados no exterior do que no Brasil
─; e agora este, para o qual peço a mesma atenção. Isto enseja o meu
muito obrigado, e ouso ainda lhes pedir mais, que divulguem esses meus estudos
sobre Temas (assuntos) específicos, porquanto, como pode ser constatado nos
mesmos, eles foram e são produzidos com a máxima seriedade na direção de ser
útil a todos nós seres humanos... Também lhes informo que estou aberto às
contestações sérias que visem ajudar esse intercâmbio de idéias e
conseqüentemente a todos nós como indivíduos... Também informo, que em função
da controvérsia suscitada por mim para a questão hermenêutica, que está tendo
conseqüências; acresci ao estudo este pormenor, e remeto o assunto para outros
dois Blogs: REAL EVOLUÇÃO DA FEITURA DA OBRA DOM
CASMURRO, endereço ─ www.verdadedomcasmurro.blogspot.com
e A LEI SECA
E SUAS CONTROVÉRSIAS DITAS LEGAIS, E PAI OU MÃE SÃO
LEGALMENTE SOMENTE UM, endereço ─ www.leialcoolemiaseca.blogspot.com . Para acessar os demais,
dos atuais dezesseis Blogs, clique no link perfil geral do autor (abaixo da
minha foto) e a lista aparecerá, bastando clicar no título de cada um para
acessá-lo.
INFORMAÇÃO
d
Ainda, vale à pena
informar de forma antecipada aos estudiosos de filosofia que possivelmente
discordarão da leitura que faço das obras de Platão nos comentários feitos
neste e outros Trabalhos ; que antes de
estribarem-se naquilo que têm aprendido sobre elas no decorrer da história
quanto à autoria atribuída a Platão, por exemplo: da “Alegoria (não mito) da
Caverna”, e outras coisas atribuídas a ele; que leiam antes, depois ou
concomitantemente o meu primeiro Blog SÓCRATES VERSUS PLATÃO VERSUS MACHADO
(clicar link do perfil do autor e depois o nome do Blog na lista que
aparecerá); no qual identifico o genialíssimo Platão como MODERADOR
CONTEMPLATIVO aquele que não emite opinião, nem modera de forma incisiva os debates nos
fóruns criados por ele em cada uma de suas obras sobre vários assuntos e os
legou a nós, toda humanidade... Ainda, se você não consegue entender o que um
brasileiro simples morador no Rio de Janeiro, na criticada Baixada Fluminense:
diz aqui sobre as obras de Platão. Pense primeiro no que disse Maquiavel sobre
a opinião da Maioria e Nelson
Rodrigues parafraseou. Caminhe até próximo de Platão em seu aluno Aristóteles,
que escreveu a obra A Política: uma
exata antítese da obra A República de
seu mestre Platão, também fez sérias críticas a Sócrates em outra obra: Ética a Nicômaco. Do que, quanto à
leitura da Maioria, diferentemente,
Aristóteles leu e entendeu: como eu, exatamente aquilo que cada filósofo disse
nessa e naquela obra, e na A República.
Quando nesta Sócrates em debates maiêuticos com Glauco e Adimanto, irmãos de
Platão: produziu a pérola socrática, conhecida mundialmente como A Alegoria da Caverna ─ que não pode,
nem deve ser chamada de Mito. E quanto aos reparos que fez: contestou
nominalmente a Sócrates em alguns de seus postulados; porquanto foi assim que
Aristóteles entendeu o que Platão escrevera em seus, não diálogos e sim
debates, de igual modo eu assim entendo e todos deveriam racionalmente ler e
entender os escritos de Platão, pois não há opinião objetiva dele em suas obras.
PREÂMBULO
1
A
repetição dessa crítica ao nosso Acordo Ortográfico (transcrita abaixo) busca
de alguma forma, além de ser a minha real e firme oposição a este negócio; é
também para que fique entendido que não uso o Acordo Ortográfico em tudo o
aquilo que escrevo; disto resulta a reiterada inserção dessa crítica em meus
blogs...
2
Esta preocupação tem o seu início na avaliação de
prioridades quanto à questão lingüística, quando de forma despropositada se
promoveu a inócua chamada Correção Ortográfica: sobre a qual escrevi o que
segue: ─ Tenho ciência que ao
postar o meu primeiro Blog (bem anterior a este), de fato me tornei mais um
formador de opinião nesta Mídia, assim sendo, estou me permitindo fazer aqui
(neste, que é o trigésimo segundo, assim foi naquele) uma jocosa crítica contra
o chamado Acordo Ortográfico; ao qual o Brasil se submeteu, como que,
pacificamente, não tendo, ironicamente, Portugal o aceite legal de transição de
quatro anos como o nosso e sim de seis anos e nem sei exatamente a situação dos
demais signatários.
3
Embora “trema” ao escrever o que segue, o fato
é que estou de volta às minhas antigas idéias (não ideias), enquanto (até 2013,
que já se foi e continuo não aceitando este negócio) a lei me permitir ─
continuo não me importando ─, para estar tranqüilo (não tranquilo) comigo,
justamente porque quero continuar a comer pão com lingüiça (não com linguiça) e
de igual modo, ser conseqüente (não consequente) com o que entendo como
correto, consistente e efetivamente lógico, cuja mudança vejo como
inconseqüente e não inconsequente. Porque de fato a presença do trema não é
simplesmente um sinal ortográfico e sim o que faz existir um fonema (grego
Φωνń, som) perfeitamente pronunciado (o “u”), ouvido e útil quanto a sua
existência no “belofono”. Também (como bons exemplos a serem seguidos), sabe-se
que não há esse tipo de acordo entre a Inglaterra e os Estados Unidos da
América do Norte, nem essa pretensa homogeneidade aqui acordada por nós, com os
países de língua portuguesa, entretanto, a língua falada nas duas importantes
nações acima citadas é o inglês embora pareça óbvio e redundante o que estou
dizendo aqui neste final de parágrafo, o fato é: que se insinuou esta
necessidade de equivalência como pressuposto para continuarmos como língua
portuguesa.
4
De
igual modo, parece-me que não existe essa norma, no conjunto chamado Reino
Unido e, outro fato muito interessante é que a Alemanha convive tranqüilamente
(não tranquilamente) com uma espécie de babel de dialetos, sendo o idioma
falado na Alemanha, o alemão. Daí, como argüidor (não arguidor), querer saber se
o Acordo Ortográfico (já de fato lei no Brasil) é de direito e de fato
realidade em todos os países signatários... Vale à pena pensar seriamente e
melhor nesse estranho negócio chamado Acordo Ortográfico até que chegue o ano
2013 (que já se foi)... Ainda continuo com a mesma visão ruim sobre essa
questão e penso assim será até que a morte (minha ou dele) me separe.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
5
A verdade é que não estava nos meus planos
escrever no momento um Blog sobre o assunto Teologia e muito menos abordando o
Tema específico: o livro de Jó, todavia, às vezes, coisas acontecem e
mudam o nosso status quo e até
motivação e intenção em fazer e de fato fazer algo, sendo repetitivo, aquilo
que eu não tinha priorizado.
6
No dia
12/07/2015, Domingo próximo passado, pela manhã ─ à época que conclui o Estudo
─, na EBD da igreja Batista Esperança, onde se está estudando sobre os livros
da Bíblia; quando neste dia (a data acima) se estudou sobre o livro de Jó...
Embora eu não seja membro dessa igreja, muito de empatia ─ predisposição para
simpatia e não antipatia ─, existe de
minha parte para com sua liderança e membros...
7
Isto, essa relação de proximidade com esta
igreja me tem feito participar de aulas em sua EBD, quando no Domingo próximo
passado (considere a data acima) se estudou sobre o livro de Jó: trazendo a
tona todas às incongruências sobre esse livro, construídas no decorrer do
tempo, que ao meu juízo de quem estuda com seriedade o texto sagrado: o total e
preocupante desconhecimento da exata finalidade desse livro; que demanda o
também necessário conhecimento de hermenêutica, que permite a equilibrada
avaliação de obras escritas em seu exato entendimento lingüístico, momento
cultural, social, o objetivo do autor ao escrever o Estudo em toda sua
contemporaneidade ─ quando não se deve dizer contexto histórico; porquanto contexto é aquilo que está em volta
do texto e não o que acontece nessa ou naquela época.
8
Falando mais um pouco da liderança e membros
da igreja Batista Esperança e de modo específico os alunos da EBD; aqui informo
que tenho da parte de alguns alunos dessa EBD ferrenha oposição na direção dos
meus postulados, que é ─ se não sabiam? ─ se constitui na coisa mais atraente
para mim, tanto que, gosto desse tipo de abordagem, porquanto é exatamente
naquilo que me contradizem que aprendo a melhor fundamentar e até mudar de
idéia quando me provam o contrário ─, senão veja as informações sobre a minha Concomitância do Contraditório (sic),
conforme está transcrito em meu Blog A DOUTRINA DAS IDÉIAS E/OU A IDÉIA QUE SE TEM DAS PALAVRAS ─ MEU
OITAVO SOBRE HOMOSSEXUALIDADE www.doutrinadasideias.blogspot.com
, do parágrafo 57 ao de número 70, no qual explico esse meu mecanismo de evitar
que eu seja inconseqüente e tendencioso; veja neste endereço o que estou
sugerindo...
9
Também
entendam que tenho substancial informação e grave sensibilidade (feeling) quanto à Psicologia, quando ─
graças a Deus por isto ─, consigo entender e perceber a gravidade ou não de
atitudes em minha direção e de outras pessoas com tranqüilidade para
administrá-las de maneira humana e cristã: em meu favor e daqueles com quem me
relaciono, ainda que diante de hostil confrontação...
A CORRETA HERMENÊUTICA A SER OBSERVADA NA LEITURA DO LIVRO DE JÓ
10
Você que aprendeu e continuam indevidamente
lhe ensinado que Jó não é um personagem; entenda que a pertinente discussão que
levanto aqui neste Estudo tem como objetivo ajudar a todos nós em melhor
entender o exato motivo da feitura deste livro; que é diferentemente do que
defendem ditos importantes teólogos, do passado e muitos que nos são
contemporâneos, quando nos conduz ao entendimento para o livro do homem Jó ter
existido ─ que se assim for existiram também os seus três amigos, sua esposa
(que aparece como vilã por ser a mulher pouco valorizada à época e em todo A.T.),
seus dez (10) filhos e os SEUS serviçais de que morreram de forma inconseqüente
nada justa visando contemplar todo enredo da dita história ─, e por fim: os
diálogos nada convencionais ─ não ser coerente com a relação da necessidade de
extremo respeito quando de Deus versus
qualquer outro ente, seja humano ou angelical ─, entre Satanás e Deus, e entre
Jó com Deus, ressalvando que a abordagem (falas, questionamentos) de Jó fora
inteligentemente construída pelo autor do livro, em ter o identificável contexto
da dificuldade de entender o porquê de tudo aquilo pelo qual estava passando; semelhante
ao questionamento (de fato, história) do profeta Habacuque (626 a. C.) no
início do seu livro sobre o cativeiro babilônico por vir... De forma diferente,
embora os discursos dos três amigos (os ditos maravilhosos advogados de Deus)
de Jó tenham sido exatamente na defesa de Deus, todavia foram ao final: todos
os discursos rejeitados por Deus ─ nesta elaboração de Estudo Teológico avançadíssimo
para a época, que com toda certeza não fora do período Patriarcal e sim bem
posterior ─; para mostrar mais um ponto importantíssimo (do conjunto), que
melhor foi explicado na bem posterior (mais de cinco séculos) experiência
vivida de Paulo, conforme Atos 9. 15-16 ─ Disse-lhe,
porém o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar meu
nome aos gentios, aos reis e aos filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei
quanto lhe cumpre padecer por amor ao meu nome... Oportunamente, tenham a sensibilidade de não alinhar o sofrimento
de Jó ─ como ditos teólogos fazem e também não sigam aleatoriamente a
referência bíblica que aponta para Jó ─, com o que está em Hebreus 12. 5-10 que
é construção dele (o escritor aos Hebreus) a partir do que está em Provérbios
3. 11-12, porquanto o texto de Provérbios, como o de Hebreus (que é citação do
primeiro): fala especificamente do amor e tolerância de Deus quanto aos nossos
pecados, quando de fato somos seus filhos em adoção por meio da aceitação de
Cristo Jesus, o perdão dos nossos pecados anteriores e também posteriores,
quando nos trata como filhos, do Pai amoroso que é... Isto não tem
absolutamente, nada a ver com o caso de Jó e sim: o de Jó tem semelhança com o
de Paulo do texto transcrito acima. Estude a Bíblia com afinco e seriedade e
muito cuidado com os ditos importantes teólogos de plantão e suas conclusões.
Porquanto, a verdade sobre esse importante livro, que em todas as Bíblias está
agrupado (listado e compondo-a) entre os ou como POÉTICO, que o torna,
alinhando isto agora ─ que não vou usar como comprovação no elenco que farei,
todavia é um ponto de relevância da sua não historicidade ─, ao seu conteúdo à
fácil constatação de ser o livro Literatura de intencional Trabalho de
fundamentação teológica...
11
Reiterando;
se nós entendermos que o homem Jó existiu, a conclusão será ─ como tem sido
divulgada e defendida por ditos iminentes teólogos ─: o de concluir homem Jó como sendo a
maravilhosa pessoa corretíssima, fidelíssima, paciente ao extremo e justíssimo.
Diferentemente, se entendermos que Jó e todos os que aparecem no livro que leva
o seu nome são exatamente personagens a compor o Estudo teológico pretendido
pelo autor da obra. As coisas importantes que de fato estão contidas e são
ensinadas no livro; aparecem, como que, naturalmente, e não mais veremos Jó
como um super-homem e sim ─ é isto que o livro de Jó busca nos mostrar
(ensinar) ─, que não só Jó (que tipifica alguém com esse perfil), mas qualquer
ser humano (em qualquer época) é plenamente conhecido por Deus em suas atitudes
e capacidade para fazer ou deixar de fazer qualquer coisa... Sendo repetitivo,
o livro de Jó é um Estudo de Teologia Sistemática; surgiu aqui um ponto
importantíssimo de conhecimento teológico, que é: a plena ciência de Deus sobre todas as coisas, que aproveito para lincar (perdoe o coloquial de Rede) isto
aqui contatado com o que Paulo faz sobre o conhecimento humano versus o conhecimento de Deus; quando
aproveitou a informação geral à época sobre filosofia grega em especial as
obras de Platão ─ Paulo tinha profundo
conhecimento da cultura e filosofia grega, sabendo ele que os irmãos de Corinto
também detinham esse conhecimento, por este motivo a todo tempo falava-lhes
inserindo coisas da filosofia grega ─,
quando de maneira brilhante parafraseou a Alegoria
da Caverna de Sócrates em Platão, conforme I Corintos 13. 9-12 ─ porque, em parte conhecemos e em
parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte
será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino,
pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de
menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma (alusão à caverna), mas então veremos face a face; agora
conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou
plenamente conhecido, por Deus que conhece plenamente a tudo e a
todos... Tenha todo cuidado quando alinhar ou referendar determinado texto (informação)
a outro, como tenho feito aqui e não demonize liminarmente a filosofia e
conhecimentos outros, ditos humanos, porquanto o texto bíblico (principalmente
o N. T.) está repleto deles.
12
No
século passado cunhou-se (foi convencionado) identificar aqueles que embora
alfabetizados ou até com formação acadêmica: tivesse dificuldade em ler
entender determinado texto, ainda que não extenso, ou escrever sobre
determinado assunto, ainda que essa pessoa o conheça o Tema; o tal seria: ANALFABETO
FUNCIONAL, e pasmem! Há muitos de nós que estão nessa incômoda condição; o que
me faz lembrar célebre pergunta do diácono Filipe ao eunuco, mordomo-mor de
Candace, conforme Atos 8. 30 ─ E
correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías e disse: Entendes, porventura,
o que estais lendo? Sendo esta pergunta e a resposta seguida de outra
pergunta (agora do eunuco), versículo 34
─ Respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz o profeta?
De si mesmo ou de outro?.. Dando o devido valor que de fato tem esse
diálogo entre Filipe e o eunuco ─ sem considerar, inclusive, que o assunto em
apreço era a profecia de Isaías sobre o ministério e sacrifício do Senhor Jesus
─; entretanto analisemos de forma
objetiva a questão pergunta de Filipe, que deve ser primeiramente recepcionada
por cada um de nós à introspecção em nos questionarmos se de fato temos
entendido aquilo que lemos e se temos sabido explicar a outros sobre esse ou
aquele assunto, e mais ainda: se temos conseguido colocar (explicar) aquilo que
dizemos entender e em uma fala coerente e se necessário escrever com detalhes
aquilo que lemos e entendemos. Sendo isto muitíssimo sério, pois, como foi
visto: o eunuco perguntou a Filipe sobre quem e a conseqüência daquilo que ele havia lido
recaiu ou recairia; que demandou da parte de Filipe ter que estar pronto para
responder de maneira correta e bem fundamentada a indagação feita. Tanto isto é
verdade, que Pedro nos exorta por meio de uma chamada de atenção dirigida aos
judeus dispersos ─ não sendo, absolutamente,
correto dizer que as epístolas de Pedro sejam Epístolas Gerais, todavia; basicamente,
quase todas (quase, eu disse) as suas informações são atemporais e cabem também a nós hoje ─, conforme I Pedro 3.
15 ─ Antes santificai vossos
corações a Cristo como Senhor, e estais sempre preparados para responder com
mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em
vós... Um exemplo ou correta informação do que específico dos judeus nas
epístolas de Pedro é o texto se I Pedro 2. 9; porquanto, Nação Eleita e Sacerdócio Santo é o povo judeu; diferentemente, nós
os gentios, somos aqueles de Hebreus 12. 22 - 23 ─ (...); à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos
céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados.
13
Do outro
modo, me entristeço em constatar que presentemente (nos dias de hoje) evoluímos
negativamente quanto a isto, quando temos sido, não somente analfabetos
funcionais e sim por opção danosa nossa: ANALFABETOS INTENCIONAIS, quando de
maneira predatória atribuímos aos outros a incapacidade de entender coisas que
estão dentro do universo da possível cognição humana; exatamente diferente do
que nos ensina o profeta Oseías quanto ao conhecimento, quando diz ─ Conheçamos e prossigamos em conhecer ao
Senhor; se alguém assim não faz e pelo contrário critica a quem faz e até
acusa aos que fazem, chamando-os de “metidos sabedores
das coisas”; coisa essa (atitude dos que alugam a língua para o capeta
falar por meio deles) que me faz lembrar algo acontecido comigo versus um brilhante professor de
filosofia, que transcreverei parte do Blog sobre Dízimos, endereço www.odizimoabibliaremake.blogspot.com ; que corresponde à transcrição dos parágrafos 30 a 35 ─ Ainda, sobre a nossa de fato
identidade, conforme Efésios 4. 13, e não deixe de ler I Timóteo 6. 3-20.
Porquanto a Lei: o Preceito Constitucional que permite a Liberdade Religiosa:
Art, 5º parágrafo VI, VII e VIII da nossa Constituição, de alguma forma, tem
permitido que coisas lamentáveis sejam feitas no universo das religiões, não
sendo a culpa, da fragilidade da Lei e sim da nossa falta de temor de Deus
naquilo que ensinamos e praticamos ─ no momento (este Blog) estou me referindo
especificamente ao dito mundo evangélico ─, e para de maneira mais didática
voltar a abordar a coisa séria que é a manipulação dos fiéis por líderes
carismáticos, que se aproveitam da ignorância popular e do medo natural daquilo
que é metafísico ou espiritual, quando os enredam e se aproveitam para obter
ganhos financeiros dos nossos bens... Cito isto, e lembrando que estou de forma
objetiva preocupado com a manipulação feita em cima de nós, lamentavelmente
usando o nome do Senhor Jesus, vou prosseguir...
14
Como a
questão aqui ─ o Blog e mais precisamente esta dramática conclusão ─, refere-se
à religião evangélica e a sua prática operacional. Vou me permitir usar um
importante referencial didático do Budismo;
quando se tem a informação, conhecida mundialmente de que o Mestre zen lin chi,
para conscientizar os fiéis quanto à qualidade de sua relação com Buda quanto a
um grau de melhor equilíbrio cognitivo (evolução espiritual, meditação), criou
a metáfora de matar Buda. Coisa essa que motivou ao psicoterapeuta Sheldon B.
Kopp (1929 - 1999) escrever a obra If Meet Buddha on the Road, Kill Him! (Se
você encontrar Buda no caminho mate-o!); com essas mesmas condicionantes
metafóricas em ajudar a pacientes com dificuldades de identidade emocional e
distúrbios outros, congêneres; que pasmem, é mais ou menos esse tipo de coisa
que acontece com qualquer cristão enredado e manipulado por líderes
inescrupulosos... O apóstolo Paulo como que antevendo este estado de coisas ─
profetizou em várias de suas cartas sobre o assunto ─, conforme II Coríntios 4.
4, II Coríntios 11. 13-15, II Coríntios 11. 23-31, Gálatas 1. 11-12,
Colossenses 2. 7-8, I Timóteo 6. 3-7, I Timóteo 6. 9-24 e II Timóteo 4. 3-5; e
anteriormente em rogo (súplica) ensinou aos irmãos de Roma e a nós, conforme
Romanos 12. 1-2 ─ Rogo-vos, pois,
irmãos pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um
sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da
vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e
perfeita vontade de Deus. E quanto a isto, vou explicar de um modo
melhor; convidando-o a concomitantemente fazer séria introspecção e flash back de tudo aquilo que você tem
tido contato em matéria de informação sobre as coisas de Deus; quando não se
tem na maioria das igrejas o verdadeiro ensino bíblico, e nas igrejas que têm
Escolas Dominicais, na sua maioria a literatura é condicionante e não é de fato
Estudo bíblico e sim homilética ─ os professores da E. B. D. não ministram
Estudos bíblicos e sim pregam para seus alunos, e haja referencias ao Dízimo e
ofertas!..
15
Cada
cristão, que entende ter de fato recebido a Jesus como salvador, saberá e terá
plena consciência, oriunda da ação do Espírito Santo: da sua agora liberdade em
Cristo Jesus, porquanto em João 8. 32 o Senhor Jesus diz ─ e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Não há como
entender um verdadeiro cristão que seja ou esteja dependente de líderes
religiosos... Meu irmão em Cristo liberte-se mentalmente e do comandar as
suas ações de vida: exercida por qualquer pastor, pastora, missionário,
missionária, bispo, bispa, apostolo, apostola, semideus ou qualquer outro
liderzão que quer viver à custa de
sua pessoa e/ou enriquecer com o dinheiro que é teu... Mate a todos eles do
controle que têm sobre você e sua família: seja e viva plenamente como um
liberto pelo sangue do Senhor Jesus... Até porque, sobre riquezas (Mamon, conforme a Bíblia) e o ficar
rico: esses não seguem nem nos ensinam a seguir o exemplo do príncipe Sidarta
Gautama (Buda), do frade Giovanni di Pietro Bernardone (São Francisco de Assis)
e muito menos do Senhor Jesus (quando deveriam), conforme Mateus 8. 19-20 e
Lucas 9. 57-58 ─ Quando iam pelo
caminho, disse-lhe um homem: Seguir-te-ei para onde quer que fores.
Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas
o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça ─ Jesus, o Filho
unigênito do Deus vivo (pelo fato elementar), conforme Efésios 1. 20-22 ─ que
operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua
direita nos céus, muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e
domínio, e todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no
vindouro; e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça
sobre todas as coisas o deu à igreja... Para que ela, a igreja, que somos
nós ensine as coisas de Cristo: com o conceito exatamente bíblico de “conheçamos e prossigamos em conhecer ao
Senhor” para que em todos nós se cumpra as palavras de Jesus: “e conhecereis a verdade e a verdade vos
libertará” e não ajamos como os que crêem na (Humberto) Eco-heresia
literária de Obra Aberta, que é o mote dos pastores e professores
homiletiqueiros: pregam o que lhes dá na telha no chamado trazer para os dias de hoje, não
se dando conta que: qualquer ser humano que existira, existiu, existe e
existirá; fora, foi, é e será capaz de aprender e de fazer tudo de mal ou: de bom,
quando ajudadas pelo Espírito Santo; porquanto como diz o poeta
popular ─ Apesar de termos feito tudo o que
fizemos / ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais /.
MOMENTO DESABAFO
16
Abusando da paciência que você tem dispensado
às minhas ponderações vou abrir e usar este pequeno espaço criado antes de
entrar nas considerações objetivas sobre o livro de Jó, no qual, farei singular
desabafo em resposta à crítica que recebi quanto ao exercer juízo de valor
sobre diversas questões... Quando em conversa com um professor de Filosofia: em
nossa troca de considerações sobre determinada abra de Immanuel Kant; após as
réplicas e tréplicas comentei sobre meus diversos Blogs e informei que ao
mencionar obras de Platão, faço sempre o reparo de que ao meu juízo Platão não
emite opinião nelas, que ensejou a lamentável crítica velada desse professor
por meio de uma historiazinha ridícula. Na qual, ele informou (contou) que
certo homem de idade já bem avançada, todavia com plena saúde, ao que, seu
interlocutor lhe perguntou a razão dessa sua longevidade e plena saúde.
Recebendo a solene resposta: de que esta saúde estava ligada ao fato dele
nunca ter discordado de nada e de ninguém. Coisa essa questionada por seu
interlocutor. Que laconicamente recebeu do controverso senil a resposta de que
concordava com ele (com o interlocutor)... Com ares de vencedor este
professor, inclusive num tom amigável-jocoso, me chamou de Kamikaze...
17
Ao fim deste desabafo parece-me que há
pequena conexão: disso aqui, com a necessidade de matar alguma coisa como no
caso da metáfora sobre Buda; quando, de antemão, afirmo com toda seriedade
não ter mente assassina e muito menos suicida, daí não ser eu,
decididamente um Kamikaze, todavia,
se for necessário matar alguma coisa (idéias sem nexo, alienação e
patrulhamento mental e coisas do gênero) as matarei sem morrer junto,
inclusive, as idéias de jovens, adultos e de senis inconseqüentes que
passivamente não emitem opinião nem discordam de nada... Historiazinha
ridícula, a desse velho pouco inteligente dito “saudável”; coisa essa que
receberia a plena reprovação de Aristóteles (o pai da lógica), porquanto, a longevidade
sadia necessita de boa alimentação, constante atividade física e principalmente
substancial atividade cognitiva (do cérebro), na leitura e conjecturas diversas...
18
Reconheço
ser realmente prolixo; todavia, tenho que voltar novamente a Kant em algumas de
suas considerações, até pelo fato de ter sido ele o Mote do início desse
desabafo ─ também por ter plena conexão com o assunto do Estudo ─, e para tanto me permito apoiar-me mais um pouco nele,
para ajudar nessa contraposição; porquanto em Immanuel Kant (1724 - 1804), um
do pilares do pensamento humano e do Direito moderno; ele nos adverte quanto a
nossa ingenuidade e o deixar-nos levar por Movimentos, Instituições, e líderes
sérios ou não; quando critica essa nossa passividade em deixarmo-nos guiar
pelos outros sem prévia avaliação racional; na sua obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, na qual aparece o seu Aufklärung Esclarecimento (Aufklärung)
significa a saída do homem da sua menoridade, da qual o culpado é ele próprio.
A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de
outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a sua causa
não estiver na ausência de entendimento, mas na ausência de decisão e
coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. (...). Em segundo
lugar, a liberdade de pensar também se considera no sentido de contraposição a
toda coação à consciência moral. Isso acontece sem qualquer poder exterior
em matéria de religião, há cidadãos que se arvoram ao papel de tutores dos
demais e, em vez de argumentos, conseguem aniquilar qualquer exame da razão
mediante uma impressão inicial sobre os espíritos, por meio de fórmulas de fé
impostas, as acompanhadas do angustiante do risco de uma pesquisa pessoal.
(...). Ouço agora, porém, exclamações de todos os lados: “não raciocineis!” O
oficial diz: não raciocineis, mas exercitai-vos. O financista exclama: “não
raciocineis, mas pagai!” O sacerdote proclama: “não raciocineis, mas acreditai!”
(“Um único senhor no mundo diz: raciocinai, tanto quanto quiseres, e sobre o
que quiseres, mas obedecei!” Os governantes despóticos).
Eis aqui por toda parte, a limitação da liberdade. Mas que limitação impede o
esclarecimento (Aufklärung)? Qual não impede, e mesmo o favorece? Respondo: o
uso público da razão deve ser sempre livre e só ele pode realizar o
esclarecimento (Aufklärung) entre os homens. (...). Ressaltei preferencialmente
(Kant o fez: essas são palavras dele, todavia, plenamente atuais, por
este motivo as uso aqui), em matéria religiosa, o ponto principal do
esclarecimento (Aufklärung, reiteração intencional de Kant), a
saída do homem da sua menoridade, da qual é culpado. Pois no que se refere às
artes e ciências, nossos senhores não têm o menor interesse de exercer a tutela
sobre os súditos, além do que também aquela (a religiosa) menoridade
é de todas a mais nociva e indigna. Mas como sábio (o líder
religioso ou o simples membro), tem completa liberdade, e até mesmo o
dever, de dar a conhecer ao público todas as suas idéias, cautelosamente
examinadas e bem intencionadas, sobre o que há de errôneo naquele credo,
expondo suas propostas visando à melhor instituição da essência da religião e
da igreja. Infelizmente a grande maioria de nós, que nos postamos
como esclarecidos e entendedores de tudo; estamos ingênua e perigosamente nesta
passiva menoridade desta crítica kantiana, e não pense que ninguém lá no
passado já não tenha advertido sobre isto, senão veja o que os discípulos
disseram ─ justamente de onde Kant tirou a informação ─: Paulo, em I Coríntios
3. 2, o mesmo Paulo em Hebreus 5. 12-13 e Pedro em I Pedro 2. 2 ─ não estejamos
na menoridade, quando se toma leitinho e sim, sejamos adultos na fé
alimentando-nos de alimento sólido...
19
Sei de sua premente expectativa (de você
que está lendo este Estudo) em que lhe seja informado ou provado em síntese
didática de não ser o livro de Jó um relato histórico, todavia, inspirado por
Deus e legitimamente canônico, e sim um lindo Trabalho de Teologia Sistemática
presente de maneira intencional por Deus no Antigo Testamento contemplando o
processo de aprendizado dos judeus e por fim a nós gentios ou exatamente toda
humanidade... Já estou caminhado na direção desse desfecho...
20
Estudar um livro ou determinado
texto ─ também determinada fala também discurso ─ que não vem ao caso aqui ─; é
primeiramente, ou antes, de qualquer outra coisa a análise ainda que em rápida
síntese do texto em apreço, e saber de antemão os objetivos (a intenção) das
informações contidas no livro ou texto que se está estudando; sendo que, pode
acontecer ser preciso analisar se de fato estamos estudando com seriedade esse
material em apreço nas inúmeras questões contidas no material (livro) para se
chegar com segurança à intenção do autor. Todavia, o dito por mim agora não é
inconseqüente (ter que estudar tudo para saber a intenção do autor), porquanto,
identificar plenamente o objetivo e intenção do autor é a majoritária conclusão
de poder dar título ou exatamente dizer (identificar) sobre o quê é este livro,
texto, fala ou discurso. Também pelo fato elementar de: sabendo-se da intenção
do autor naquilo que ele escreveu; isto, essa prioritária informação será, como
que, a bússola que guiará o estudo em rota segura de hermenêutica inteligente e
conseqüente... Senão, pense em hermenêutica e suas ferramentas, que é esse
conjunto de avaliação em conclusão de inicial sinopse para se produzir a
exegese (explicação, conclusão) do estudo que se fez do livro com a mínima
possibilidade de erro.
21
1 ─ A primeira prova evidente de não ser muito antigo o livro de Jó: é a sua
Teologia que não está presente no período dos patriarcas e juízes; do que,
basta uma leitura acurada em todos os livros do Antigo Testamento; quando só
conseguimos encontrar abordagens com similitude da feitura do livro de Jó ─
principalmente a presença de Satanás e poder acontecer o dito justo sofrer por
anuência de Deus ─; sendo evidente essas coisas terem acontecido após a queda
dos dois reinos, o cativeiro babilônico e com relação a Satanás, precisamente
nos escritos do profeta Ezequiel 28. 15 ─
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti
se achou iniqüidade (ler todo capítulo)
─; texto esse que é uma metáfora sobre o rei de Tiro identificando de
maneira clara a existência de Satanás, sua inimizade contra Deus e conseqüente
perda do status de anjo especial; inclusive,
esse texto foi usado por Machado de Assis em sua emblemática obra Dom Casmurro, como o cerne de toda de
toda fundamentação; que comento em um Blog sobre a obra numa abordagem de
ensino de hermenêutica ─ que não é a
rígida caixinha catalogal dos cursos acadêmicos e sim uma espécie de feeling, possível a qualquer pessoa de
bom nível de Q.I. ─, com endereço www.verdadedomcasmurro.blogspot.com . para acessá-lo clique aqui ou no final do Blog.
22
2 ─ Toda a argumentação (do
livro) em seus personagens são plenamente humanas e em claro objetivo de
informar regras ou a efetiva Teologia inicial Neotestamentária, conforme vou
explicar nesta pequena sinopse final, senão comece a fazer uma espécie de flash back de tudo aquilo que você conhece sobre a Bíblia e compare-os
com as informações contidas no livro de Jó e conclua você mesmo a maravilhosa
ação humana inspirada pelo Espírito Santo de Deus ou se este livro não é uma
narrativa histórica como alguns teólogos querem e sim ótima Literatura de
ensino teológico.
23
3 ─ Obviamente
─ sendo isto muito claro na leitura do livro ─, Jó e todos os personagens
do relato do livro não existiram. Claro que Deus existe e sempre existiu; como
também Satanás, desde quando fora criado por Deus, todavia, Deus, Satanás e todos
os demais personagens no livro em suas ações e falas são fruto de ficção de
argumentação teológica, abordando questões de suma importância teológica, por sinal
muito bem feita.
24
4 ─ O relevante neste Trabalho de Sistematização
Teológica, não é a fidelidade e perseverança de Jó e sim a exata capacidade
de Deus em saber de antemão aquilo que qualquer um de nós é capaz de fazer ou
não fazer ─ esta é a informação na dita fidelidade de Jó... Aproveito para
citar e transcrever um texto do Novo Testamento, que este sim teria semelhança
com o que Jó era como ser humano e a plena ciência de Deus daquilo que ele
seria ou não capaz, que é o texto no qual, agora, não Deus o Pai, mas, o
seu Filho, o Senhor Jesus... O apostolo João no primeiro
capítulo do seu evangelho narra de maneira sucinta sobre a formação do
colegiado apostólico, que fora feito por Marcos (os doze nomes sem ordenação
histórica), Lucas ─ também com a lista dos doze nomes, mas, de igual modo, sem
ordenação histórica do chamado deles, conforme Lucas 6. 12-15 ─, Mateus fez um pequeno seguimento histórico
na chamada dos quatro primeiros: Pedro e seu irmão André, Tiago e seu irmão
João, conforme Mateus 4. 18-22; depois reproduziu a lista completa na Comissão
chamada dos doze, em Mateus 10. 1-5... Voltando a João, ele registrou sobre
este assunto em João 1. 45-47 ─ Felipe
achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveu Moisés
na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José. Perguntou-lhe Natanael?
Pode haver coisa boa vinda de Nazaré? Disse-lhe Felipe: Vem e vê. Jesus, vendo
Natanael aproximar-se dele, disse a seu respeito: Eis um verdadeiro
israelita em quem não há dolo! Jesus falando de um homem que lhe está
agora sendo apresentado, Ele Jesus: disse àquele homem, Natanael que sabia
exatamente o que ele era como ser humano.
25
5 ─ Outro ponto de suma relevância ou a principal informação constante desse
livro, porquanto é a prova canônica evidente de menção ao Senhor Jesus,
conforme Jó 19. 25 ─ Eu sei que meu
Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra, que dentro de toda
argumentação teológica do autor, ele, sem ter consciência exata do que
reproduziu neste versículo, tornou a sua teologia plenamente cristocêntrica,
como Davi fez em vários Salmos sem ter consciência de que o estava fazendo,
conforme a identificação posterior feita pelos escritores do Novo Testamento,
tanto que o escritor aos Hebreus fundamenta a divindade do Senhor Jesus usando
fragmentos de dez (10) Salmos e dois (2) do livro de Isaías.
26
6 ─ A morte dos dez (10) filhos de Jó e seus
empregados, só não é inconseqüente do ponto de vista de Deus; por ser todo o
texto desse Trabalho de Teologia Sistemática ficcional-argumentativo, senão: no
pressuposto de Jó ter existido; conseqüentemente sua esposa, seus dez (10)
filhos, seus três amigos e os seus serviçais que também morreram. Faz esse
entender ser como colocar para Deus uma situação dificílima de ser explicada,
ou melhor, de ser aceito como verdade do Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
quando, nesse pressuposto: Deus, nesta disputa pouco razoável com Satanás;
estaria super valorizando a vida de Jó e a prova em questão e ao mesmo tempo
ignorando a vida de várias outras pessoas; as quais morreram para que essa
prova se concretizasse, se este livro fosse um relato histórico e não um lindo
ficcional Trabalho de Teologia Sistemática, que anula todos esses não-s e
senão-s presentes neste livro.
27
7 ─ Eu não especulo, nem
vou desenvolver (especular), absolutamente, sobre quem seria o autor do livro
de Jó por achar isto irrelevante; tão-somente me preocupo, e como já comentei
no parágrafo de número 21: a questão substantiva quanto a este livro é:
diferentemente o seu conteúdo em relação ao momento da trajetória da evolução
teológica dos ensinamentos de Deus, por meio dos escritores do texto sagrado,
quando isto é tão sério e de necessário conhecimento e entendimento, que o
ponto mais importante dessa trajetória; foi marcado e nominado por Paulo,
inclusive, em três de suas cartas: aos Gálatas 4, 4 (kairós) e aos Efésios 1.10 (cronos),
quando ele nominou e identificou cronologicamente como Plenitude dos Tempos. Quando na carta aos Romanos ─ ditada
por ele para Tércio escrever ─, está grafado cronos (grego χρόνος, data medida: tempo medido) e em Gálatas o
termo usado por ele foi kairós (grego
καιρός, momento). Para o qual tempo (καιρός) ditos eminentes teólogos deram a
este tempo a feitura específica cristã de ser o kairós (καιρός) o de Tempo
Deus, quando kairós (καιρός)
é simplesmente o tempo que identifica ou marca o momento (καιρός:
período, data) do acontecimento daquilo a que se refere, conforme explico no
Blog sobre a heresia chamada de Doutrina da Trindade, endereço www.heresiadatriunidade.blogspot.com .
28
Quanto ao período que já teria similitude
teológica com a contida no livro de Jó, que aventei a hipótese de ser pós a
queda dos dois reinos de Israel; quando se viu na teologia de Ezequiel essa forte
presença, como já citei no parágrafo de número 21, e em Jeremias há algo muito
interessante em todo o livro, que aponta para o cativeiro babilônico; não como
sendo uma punição para aos judeus, e sim um período de aprendizado, conforme o
texto da carta de Jeremias aos deportados, conforme Jeremias 29. 11-14 ─ Pois eu bem sei os
planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de
mal, para vos dar um futuro e uma esperança. Então me invocareis, e ireis e
orareis a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis, e me achareis quando me
buscardes de todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o Senhor, e farei
voltar os vossos cativos, e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os
lugares para onde vos lancei, diz o Senhor; e tornarei a trazer-vos ao ligar de
onde vos transportei... Texto esse, que pasmem! É também usado pelos
líderes caça-níqueis de plantão, os quais adoram citar os versículos onze (11)
e doze (12) para estimular e encorajar os pagadores de dízimos e ofertas, como
se este texto da carta de Jeremias aos cativos em babilônia fosse a promessa de
Deus de dar felicidade aos mãos-abertas que enriquecem eles, os maravilhosos
ditos servos de Deus... Com relação ao de fato conteúdo desse texto de
Jeremias, poder-se-ia falar de outros livros desse período, mas, no momento
(por hora) fiquemos com esta pequena referência.
29
8 ─ O escritor aos Hebreus
nos diz (informa) em uma sinopse que é a síntese de todo plano de Deus para a
humanidade, como Ele fala; exatamente como fizera em todo o tempo por meio do
seu povo (o povo judeu), continua e continuará nos falando sem descer dos céus
e ter qualquer dialogo com quem quer que seja, por mais que esse se julgue
santo e justo, porquanto o modelo é Hebreus 1. 1-2 ─ Havendo Deus falado muitas vezes, e de muitas maneiras aos pais por
meio dos profetas, nestes últimos dias a nós falou pelo Filho, a quem
constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem também o mundo; que
combina ou está alinhado com várias
informações históricas, das quais transcreverei duas... Algo importante
a ser observado por todo aquele que estuda o texto sagrado; é o fato de que a
sistemática oralidade (Deus
de fato falando) presente no Antigo Testamento e em alguns no Novo, é exercício
de retórica didática ─ pelo fato espiritual de buscar melhor aceitação e
respeito quanto ao que é ordenado a fazer ou não fazer. Que aqui vou melhor
fundamentar esta informação inicial, mas antes acompanhe comigo alguns
esclarecimentos em outros momentos e em outros textos da Bíblia. Isto, a pessoa
de Deus falar aos seres humanos diretamente tem a sua âncora na feitura das
vestes sacerdotais e um determinado item delas, que é base (já disse: âncora)
quando dessa âncora (transcrita a seguir) decorrem muitas outras da informação
que está em Êxodo 28. 30 ─ Também porás
no peitoral do juízo o Urim e Tumim ─ luzes e perfeição, que eram as pedrinhas
para lançar sortes de consulta ou uma das formas como Deus respondia, (falava) ─, para que estejam sobre o coração de
Arão, quando entrar diante do Senhor; assim Arão levará o juízo do povo de
Israel sobre o seu coração diante do Senhor continuamente, ler todo o
capítulo e também o de número trinta e nove (39), que é uma repetição.
30
Só há um texto para o qual não emito opinião
quanto ao fato de Deus ter falado ou não, que foi o contato de Deus com Moisés
no monte Sinai. No caso do profeta Isaías o contato foi de uma visão,
possivelmente sonho. O pretenso diálogo com Salomão, os escribas ao escreverem
os livros das Crônicas, revisaram o diálogo para sonho. Vou agora parafrasear o
escritor aos Hebreus ─ Havendo Deus
falado muitas vezes (por meio de anjos e do Urim e Tumim), e de muitas maneiras aos pais por meio dos profetas;
como no caso de Acã, quando seguidamente foram lançadas sortes até se chegar a
ele quanto àquele pecado. Já no final do período dos juízes (Samuel já havia
morrido), Saul anteriormente abandonado por Samuel enquanto era vivo, consultou
ao Senhor, conforme I Samuel 28. 6 ─
Pelo que consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por
sonhos, nem por Urim, nem por profetas... Aí está: nesse pequeno conjunto
de informações o que de fato é Deus falando na Bíblia ─ estude mais e melhor o
texto sagrado ─; que espero abra a sua mente para entender a intencional
retórica da oralidade de Deus
(Deus falando de fato) no texto sagrado, que é base da Literatura Teológica do
importante do livro de Jó, de vários outros textos no Antigo Testamento e
alguns no Novo...
31
Quando
se estuda ou se faz séria avaliação sobre aquilo que de fato Deus tenha falado
há que cuidadosamente se determinar ─ como no caso aqui, que tudo o que é
reproduzido neste livro se constitui em trabalho literário do autor do livro de
Jó e não uma construção retórica do próprio Deus ─, a forma como foi produzida
a dita fala de Deus, conforme o informado nos dois parágrafos anteriores...
Agora, considerando o verbalizado em Jó (atribuído a falas de Deus) constata-se
─ embora todo o livro de Jó seja de ótima qualidade literária e teológica ─, a
normal limitação humana quando alguém é colocado a falar como se fora Deus;
senão leia e avalie os argumentos colocados na dita fala de Deus neste livro
(fruto da cognição e habilidade do autor do livro); e façamos, reiterando, uma
pequena comparação entre argumentação do autor do livro de Jó ─ como se o
próprio Deus estivesse falando, todavia de ótimo nível de aprendizado teológico
─, versus a singular, contundente (do
ponto de vista lingüístico): que identifica plenamente o quanto é diferente
quando alguém fala como se fosse Deus ou quando o próprio Deus de fato fala ou
então o seu Filho, o Senhor Jesus, conforme a Parábola do Bom Samaritano: quanto à semântica e o pleno domínio dialético e retórico; o Senhor
Jesus trabalhou diversos ensinamentos em função desses conhecimentos, sendo o
da parábola do “bom samaritano” (Lucas 10. 25-37), um dos grandes exemplos do
seu uso. Literalmente (no etimológico) um doutor da lei perguntou a Jesus, quem
seria o nosso próximo. Que do ponto de vista literal e etimológico, sabemos ser
aquele que está próximo de nós e vice-versa. Também o Senhor Jesus poderia ter
dito isto, todavia não o fez pela sua sabedoria e não ser prolixo como eu.
Próximo, substantivo, como também; próximo, adjetivo; é algo ou cada um de nós
que vem depois. Entretanto, Jesus criou uma pequena história (parábola), na
qual, três personagens: qualquer um deles poderia ser o “próximo”, e constrói
ser aquele sobre quem havia o pior conceito para os judeus, o que se mostrou
humano e compassivo, e arremata, devolvendo a pergunta: qual daqueles três foi
o próximo do homem que fora assaltado? Num entendimento que transcendeu ao
literal e etimológico, todavia perfeitamente semântico e didático, tanto que, o
doutor da lei entendeu e plenamente aquiesceu ao que Jesus buscou mostrar.
Colocando mais um pouquinho de didática e principalmente semântica nisto: o
substantivo e adjetivo “próximo”, usados nessa parábola, mostram no desenvolver
dela, algo muito interessante ─ o homem assaltado; próximo, substantivo, como o
samaritano ─, viu passar por ele, o também próximo substantivo, o sacerdote;
logo em seguida passou o próximo (adjetivo), que de igual modo era também
próximo substantivo, o levita; e por fim, ele foi socorrido pelo próximo
(adjetivo), o samaritano, também substantivo. Sacerdote, levita, samaritano,
substantivo, ou adjetivo... Decididamente, a questão não é, e não será a do
etimológico. Jesus mostrou isso plenamente; e sim o plenamente semântico,
presente na maioria das interpretações bíblicas, quando conduzidas por uma
hermenêutica inteligentemente, de quem, quando fala o faz no pleno conhecimento
de tudo trabalhando-as em todas as suas vertentes necessárias.
32
9 ─ Falando agora
dos três (3) amigos de Jó, isto, a análise do que eles representariam quanto à
afirmação teológica pretendida pelo autor do livro. Que no capítulo quarenta e
dois (42) conclui que os amigos dele erraram em tudo que disseram sobre Deus
não correspondia ao que de fato é verdade bíblica; entenda objetivamente que de
maneira inteligente e madura, hoje, já decorrido quase dois mil anos é
inadmissível que ditos iminentes teólogos e os elogiados líderes de Mídia não
se preocupem ou também não saibam exatamente o que de fato o texto bíblico
ensina; coisa que torna cada vez mais grave a desinformação reinante no dito
maravilhoso evangelho que tem cooptado milhares senão milhões de pessoas; sem que isto tenha feito
a corrupção e a violência diminuir, como tenho sugerido a fazer um gráfico com
dois vetores: o do dito evangelho redentor e moralizador e outro que sinalize a
violência. Com relação a isto já sabemos o resultado: que identifica a
violência está na realidade e no gráfico se verá (no vetor violência) um pique
ascendente em relação ao do evangelho; sabendo-se que todas as vezes que houve
avivamento cristão verdadeiro em qualquer parte do mundo: que se veja a
historia da igreja... Quando digo vetores e não
linhas de tendências; é pelo fato de que a relação do dito evangelho
salvador e moralizador versus a
violência tem de fato um comportamento semelhante ao de vetores, ambos lineares
e igualmente ascendentes, inclusive, se afastada a idéia estatística de linhas
de tendências; entre os quais deveria haver correlação negativa, ou seja, o
crescimento de uma fazer a outra diminuir; como foi o de fato acontecido na
história ─ como comentei sobre a história da igreja, cujo crescimento fazia o
crime e a violência diminuir ─; dando a essa dicotomia de estatística de
tendências do evangelho versus
violência a conseqüência que contemplaria para o crescimento do evangelho a
violência já ter chegado a um nível pelo menos aceitável. Todavia, o que se tem
presentemente não tem característica de estatística de tendências e sim de dois
vetores: o do dito evangelho que cresce e o da violência que lamentavelmente
crescendo muito mais.
33
Agora de forma objetiva sobre o livro de Jó,
nas falas dos seus três (3) amigos. As suas proposições foram na direção da
dicotomia que: aquele que é correto e fiel a Deus é o ser humano com saúde,
rico, feliz e protegido. Entretanto todo aquele que comete pecado e não serve a
Deus é punido por Ele. Que resulta; segundo essa leitura simplista, a conclusão
também simplista de se alguém está sofrendo algum mal: esta pessoa está em
pecado, sendo em síntese esta a conclusão e verbalização dos amigos de Jó. O que
elucida mais ainda a feitura de Tratado sobre Teologia para o livro de Jó e a
sua não antiga existência. Ainda tem-se que Jó em sua contraposição ao seu
amigo Zofar no capítulo vinte e um (21) e a Elifaz no capítulo vinte e quatro
(24), ele, Jó traz para a correta avaliação daquilo que ele estava passando a
inteligente ponderação que está também presente no livro do profeta Malaquias
3. 14-15 e no Salmo 73 de Asafe, que é a constatação de Deus não ser
mesquinho como os amigos de Jó e todos nós que pensamos exatamente como eles;
não estando eu avalizando o piegas
trazer para os dias de hoje e sim que
Deus usou o autor do livro de Jó para marcar de forma cabal essa heresia
com cara de advogar a causa de Deus... Ainda, como se o autor do livro de Jó
quisesse dizer a mim e a toda raça humana (isto inclui você que está lendo este
Estudo) que não sejamos ingênuos e analisemos que ele ao escrever o livro
intencionalmente colocou duas vezes (dois textos iguais) algo que anula a oralidade divina (Deus de fato falando),
uma dica para você saber que este livro não é uma narrativa histórica... Leia
os dois textos (versículos), que são Jó 1. 8 e 2. 3: Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a
ele, homem integro e reto, que teme a Deus e se desvia
do mal?.. Note a parte em vermelho, que para ser uma fala de Deus; deveria
estar escrito: que teme a mim ou que me teme. Prestemos mais atenção a
tudo que lemos e estudemos com calma, porquanto o Espírito de Deus tem nos dias
de hoje a missão dada por Deus, o Pai do
Senhor Jesus em nos ajudar em todas as coisas, principalmente quanto ao
conhecimento na correta avaliação de tudo que lemos.
34
10
─ Há ainda, um ponto sério para qualquer judeu que sempre foi relevante
quando de alguma ponderação que as incluía. Estou falando das mulheres sim.
Sendo o livro de Jó uma obra de ficção (Literatura técnica teológica) inspirada
pelo Espírito Santo de Deus, mesmo
assim, por ter sido escrita por um ser humano como tudo no mundo fora
foi e é: ainda por meio de um computador (como é hoje) como este Estudo que
você está lendo. Dito isto, entenda que no Estudo sobre teologia, que é o livro
de Jó a esposa dele fora preservada para funcionar como uma espécie de vilã,
cujas falas valorizariam mais a posição de Jó. A tentativa de tornar Jó uma
pessoa que existiu, através das citações em Ezequiel e Tiago; isto não quer
dizer exatamente que ele tenha existido, porquanto o que se mirou foi a
credibilidade dada ao autor do ótimo personagem, como o filho ingrato da
parábola, o qual, até ganhou um efetivo nome e aceito por todos: a do Filho Pródigo da parábola de Jesus...
Ainda: não diga que as dificuldades de Jó desfavorecem o seu uso pelos líderes
das igrejas caça-níqueis, pelo contrário, eles a deslancham na, como que, saga
da bênção ─ não estou dizendo que eles usam essa denominação ─, ou seja, eles
dizem que aqueles que estão sofrendo algum mal; assim estão por estarem na prova, e logo
desfrutarão da bênção em dobro.
35
A questão de mostrar evidencia de ser o
livro de Jó Literatura e não um relato
histórico; no qual, Jó e todos os outros personagens não teriam existido de
fato encontra como tenho demonstrado até agora vários elementos na avaliação
teológica fora e dentro do texto do livro que se poderia estender mais e mais
esse elenco possível de ponderações, todavia, não vou fazê-lo; buscando
finalizá-lo, inclusive, com uma importantíssima informação teológica, que tem
conexão com o livro e também de alcance Escatológico. Que é o fato de ter
acontecido duas chamadas quedas de Satanás
─ coisa essa não conhecida pela quase totalidade dos ditos teólogos ─;
que se você está lembrando o relato do início de Gênesis 3. 1. Tem-se a
informação por inferência de Satanás não ter mais comunhão com Deus e de agir
como seu inimigo, conforme a ação da serpente (metáfora para Satanás),
novamente fora citada em Gênesis 3. 13-15 e ele Satanás posteriormente teve
essa sua separação de Deus documentada por Ezequiel (595 a. C. - 574 a. C) todo
o capítulo 28, conforme o informado no parágrafo 21 acima, quando na metáfora
sobre o rei de Tiro é informada a primeira queda de Satanás (antes da criação
do ser humano). Por ter ciência dessa separação relativa (ainda não total)
entre Satanás e Deus, o autor do livro de Jó construiu para o seu Estudo a
possibilidade de Satanás ter acesso à pessoa de Deus e até criou diálogos para
melhor embasar o Estudo. Dito isto, agora devo a você que está lendo este meu
Blog a informação sobre a outra e definitiva queda de Satanás ─ que após essa,
que se deu no início da era da graça ─; a qual documentarei com o exato fato, que
é referente à chegada de Jesus nos céus pós-ressurreição e os quarenta dias que
aqui ficou junto com os discípulos, o texto é Apocalipse 12. 5-9 ─ (...) Então houve guerra no céu, Miguel e
seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e seus anjos batalhavam, mas
não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu. E foi precipitado o
grande dragão a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana
todo o mundo; foi precipitado na terra, e seus anjos foram precitados com ele (leia
todo o capítulo)... Por fim, aproveitando
o ensejo de novamente fazer um largo elogio pós-morte ao autor do maravilhoso
livro de Jó, cuja habilidade retórica permitiu a feitura desse amplo Tratado de
Teologia Sistemática, senão leia e
analise todas as anteriores ponderações e está linda construção retórica de Jó
42. 5-6 ─ Com os ouvidos eu ouvira falar
dede ti; mas agora te vêem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo
no pó e na cinza.
36
Este Estudo começou a ser escrito em
13-07-2015, segunda feira próxima passada e hoje, dia 19-07-2015 pela manhã, o
estou postando na Rede sem ter feito sua revisão; que paulatinamente o farei,
inclusive, com um possível acréscimo e estou aberto a todos os comentários
oriundos de qualquer fonte, e principalmente dos membros da igreja Batista
Esperança que questionaram algumas das minhas proposições sobre o livro em
apreço.
ENDEREÇOS DOS BLOGS
IDENTIDADE DE GÊNERO
(ALÉM DOS DOIS, MASCULINO E FEMININO) E ORIENTAÇÃO SEXUAL, NÃO! ─ www.senadoestatutocartacamara.blogspot.com .
CARTA
ABERTA A TODOS OS ESTADOS E D. F. DA REPÚBLICA FEDERATIVA DOS ESTADOS UNIDOS DA
AMÉRICA, endereço www.leveemcontaoquedigo.blogspot.com
FRAUDE OU AGIR DE FORMA TENDENCIOSA?
O QUE É O PLC 122 OU A DITA LEI HOMOFÓBICA? (sinopse do anterior) www.sinteserespeitoejustica.blogspot.com
O DITO CASAMENTO GAY, A
ADOÇÃO E O ENSINO HOMOSSEXUAL NAS ESCOLAS
CARTA ABERTA AO
EXCELENTÍSSIMO SENADOR PAULO PAIM SOBRE O PLC 122
NÃO EXISTE,
ABSOLUTAMENTE, ORIGEM GENÉTICA DO HOMOSSEXUALISMO
ESTATUTO DA HOMOSSEXUALIDADE OU ESBOÇO DE SUGESTÃO À FEITURA DE LEI SOBRE O
ASSUNTO
A DOUTRINA DAS IDÉIAS E/OU A
IDÉIA QUE SE TEM DAS PALAVRAS ─ MEU OITAVO SOBRE HOMOSSEXUALIDADE
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES E AUTORIDADES
A
LEI SECA E SUAS CONTROVÉRSIAS DITAS LEGAIS, E PAI OU MÃE SÃO LEGALMENTE SOMENTE
UM ─ www.leialcoolemiaseca.blogspot.com
DEMAIS BLOGS
CARTA ABERTA A RADIODIFUSÃO
BRASILEIRA QUANTO AO SEU CÓDIGO DE ÉTICA
A DOUTRINA DA
TRINDADE É HERESIA - - - THE DOCTRINE OF THE TRINITY IS HERESY www.heresiadatriunidade.blogspot.com
A DOUTRINA DA TRINDADE É HERESIA II
E O MANDATO DE JESUS
SEXO ANAL NO
CASAMENTO É PECADO?
EXISTE MALDIÇÃO HEREDITÁRIA?
(inclui um estudo sobre crimes dolosos
contra a vida) ─ www.maldicaosatanasepessoas.blogspot.com
SÓCRATES VERSUS PLATÃO VERSUS MACHADO VERSUS O
AMOR www.socratesplataomachado.blogspot.com
Sobre o amor
Eros (lesbianismo, pederastia e o heterossexual) nas obras Fedro e O Banquete de
Platão, e Machado de Assis, a obra Dom Casmurro, que é também sobre o amor
(heterossexual); Estudo este, com intrínseca relação com o PLC 122 no que tange
ao amor Eros.
DOUTRINA DA
ILUMINAÇÃO DIVINA E PREDESTINAÇÃO ABSOLUTA VERSUS
LIVRE-ARBÍTRIO www.iluminacaodivinaepredestinacao.blogspot.ccm
IGREJA MIL MEMBROS
OU O EVANGELHO
HORIZONTAL (+ sete fragmentos: sinopse sobre Escatologia) ─ www.igrejamilmembros.blogspot.com
O DÍZIMO II OU QUERO
A BENÇÃO E FICAR RICO
A NECESSÁRIA TEOLOGIA
CRISTOCÊNTRICA DAS CITAÇÕES E EVENTOS DO ANTIGO TESTAMENTO E DO EVANGELHO ─ www.esdraseneemias.blogspot.com
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O
ESPIRITISMO NA VERTENTE SEGUNDO ALLAN KARDEC
FINAL
I
Esse é o meu trigésimo terceiro Blog, conforme expliquei
no início nas Considerações Iniciais,
de uma série de muitos outros sobre vários assuntos que pretendo postar. Sendo
que o seguinte a ser postado ─ contrariando o até agora anúncio do Tema
seguinte ─, será sobre aquilo que mover
meu coração (cognição é o correto) no momento. Com relação aos meus Blogs já
existentes e os futuros quando forem postados. A maneira mais fácil de
acessá-los é a de estando você em qualquer um deles; com um clique no link perfil geral do autor (abaixo do meu
retrato), a lista de todos os Blogs aparecerá, bastado para acessar cada um
clicar no título correspondente.
FINAL II
Quanto ao conteúdo do Blog anterior, deste e
dos futuros; no caso do uso de parte das informações dos mesmos; peço-lhe,
usando a mesma força de expressão usada nos Blogs anteriores: Desesperadamente
me dê o devido crédito de tudo o que for usado não tão-somente em função do
direito autoral, mas, para que, por meio da sua citação, o anterior, este, e os
futuros sejam divulgados por seu intermédio de maneira justa e de acordo com a
Lei.
Jorge Vidal Escritor
autodidata
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