sábado, 23 de janeiro de 2016









          O primeiro problema que se tem na avaliação do livro de Jó é justamente a inconseqüente tentativa de considerá-lo como livro de relato histórico sobre a vida dele; que decorreria da também existência de sua família, seus três amigos e os seus empregados, também de Deus estar presente nos inusitados diálogos da obra.

A LITERATURA DE SISTEMATIZAÇÃO TEOLÓGICA QUE É O LIVRO DE JÓ
                                                                                
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         O primeiro problema que se tem na avaliação do livro de Jó é justamente a inconseqüente tentativa de considerá-lo como livro de relato histórico sobre a vida desse importante personagem, que decorreria da também existência de sua família, seus três amigos e os seus empregados; inclusive, se faz isto em uma argumentação capenga de somente insistir que homem Jó existiu. Coisa essa que procurarei mostrar de maneira pormenorizada nesse pequeno Estudo ser fantasiosa e não corresponder à verdade bíblica.

         AGRADECIMENTO
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 Aproveito para agradecer de todo meu coração à forma receptiva e carinhosa como os meus atuais ─ trinta e três (33) Blogs de estudos contando com este ─, estão sendo visitados por milhares de pessoas no Brasil, e em mais quarenta (40) países ─ alguns dos Temas, mais visitados no exterior do que no Brasil  ─; e agora este, para o qual peço a mesma atenção. Isto enseja o meu muito obrigado, e ouso ainda lhes pedir mais, que divulguem esses meus estudos sobre Temas (assuntos) específicos, porquanto, como pode ser constatado nos mesmos, eles foram e são produzidos com a máxima seriedade na direção de ser útil a todos nós seres humanos... Também lhes informo que estou aberto às contestações sérias que visem ajudar esse intercâmbio de idéias e conseqüentemente a todos nós como indivíduos... Também informo, que em função da controvérsia suscitada por mim para a questão hermenêutica, que está tendo conseqüências; acresci ao estudo este pormenor, e remeto o assunto para outros dois Blogs: REAL EVOLUÇÃO DA FEITURA DA OBRA DOM CASMURRO, endereço    www.verdadedomcasmurro.blogspot.com e A LEI SECA E SUAS CONTROVÉRSIAS DITAS LEGAIS, E PAI OU MÃE SÃO LEGALMENTE SOMENTE UM, endereço  www.leialcoolemiaseca.blogspot.com . Para acessar os demais, dos atuais dezesseis Blogs, clique no link perfil geral do autor (abaixo da minha foto) e a lista aparecerá, bastando clicar no título de cada um para acessá-lo. 

INFORMAÇÃO

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     Ainda, vale à pena informar de forma antecipada aos estudiosos de filosofia  que possivelmente discordarão da leitura que faço das obras de Platão nos comentários feitos neste e outros Trabalhos  ; que antes de estribarem-se naquilo que têm aprendido sobre elas no decorrer da história quanto à autoria atribuída a Platão, por exemplo: da “Alegoria (não mito) da Caverna”, e outras coisas atribuídas a ele; que leiam antes, depois ou concomitantemente o meu primeiro Blog SÓCRATES VERSUS PLATÃO VERSUS MACHADO (clicar link do perfil do autor e depois o nome do Blog na lista que aparecerá); no qual identifico o genialíssimo Platão como MODERADOR CONTEMPLATIVO  aquele que não emite opinião, nem  modera de forma incisiva os debates nos fóruns criados por ele em cada uma de suas obras sobre vários assuntos e os legou a nós, toda humanidade... Ainda, se você não consegue entender o que um brasileiro simples morador no Rio de Janeiro, na criticada Baixada Fluminense: diz aqui sobre as obras de Platão. Pense primeiro no que disse Maquiavel sobre a opinião da Maioria e Nelson Rodrigues parafraseou. Caminhe até próximo de Platão em seu aluno Aristóteles, que escreveu a obra A Política: uma exata antítese da obra A República de seu mestre Platão, também fez sérias críticas a Sócrates em outra obra: Ética a Nicômaco. Do que, quanto à leitura da Maioria, diferentemente, Aristóteles leu e entendeu: como eu, exatamente aquilo que cada filósofo disse nessa e naquela obra, e na A República. Quando nesta Sócrates em debates maiêuticos com Glauco e Adimanto, irmãos de Platão: produziu a pérola socrática, conhecida mundialmente como A Alegoria da Caverna ─ que não pode, nem deve ser chamada de Mito. E quanto aos reparos que fez: contestou nominalmente a Sócrates em alguns de seus postulados; porquanto foi assim que Aristóteles entendeu o que Platão escrevera em seus, não diálogos e sim debates, de igual modo eu assim entendo e todos deveriam racionalmente ler e entender os escritos de Platão, pois não há opinião objetiva dele em suas obras.         


PREÂMBULO
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              A repetição dessa crítica ao nosso Acordo Ortográfico (transcrita abaixo) busca de alguma forma, além de ser a minha real e firme oposição a este negócio; é também para que fique entendido que não uso o Acordo Ortográfico em tudo o aquilo que escrevo; disto resulta a reiterada inserção dessa crítica em meus blogs...

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           Esta preocupação tem o seu início na avaliação de prioridades quanto à questão lingüística, quando de forma despropositada se promoveu a inócua chamada Correção Ortográfica: sobre a qual escrevi o que segue: ─ Tenho ciência que ao postar o meu primeiro Blog (bem anterior a este), de fato me tornei mais um formador de opinião nesta Mídia, assim sendo, estou me permitindo fazer aqui (neste, que é o trigésimo segundo, assim foi naquele) uma jocosa crítica contra o chamado Acordo Ortográfico; ao qual o Brasil se submeteu, como que, pacificamente, não tendo, ironicamente, Portugal o aceite legal de transição de quatro anos como o nosso e sim de seis anos e nem sei exatamente a situação dos demais signatários.

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Embora “trema” ao escrever o que segue, o fato é que estou de volta às minhas antigas idéias (não ideias), enquanto (até 2013, que já se foi e continuo não aceitando este negócio) a lei me permitir ─ continuo não me importando ─, para estar tranqüilo (não tranquilo) comigo, justamente porque quero continuar a comer pão com lingüiça (não com linguiça) e de igual modo, ser conseqüente (não consequente) com o que entendo como correto, consistente e efetivamente lógico, cuja mudança vejo como inconseqüente e não inconsequente. Porque de fato a presença do trema não é simplesmente um sinal ortográfico  e sim o que faz existir um fonema (grego Φωνń, som) perfeitamente pronunciado (o “u”), ouvido e útil quanto a sua existência no “belofono”. Também (como bons exemplos a serem seguidos), sabe-se que não há esse tipo de acordo entre a Inglaterra e os Estados Unidos da América do Norte, nem essa pretensa homogeneidade aqui acordada por nós, com os países de língua portuguesa, entretanto, a língua falada nas duas importantes nações acima citadas é o inglês  embora pareça óbvio e redundante o que estou dizendo aqui neste final de parágrafo, o fato é: que se insinuou esta necessidade de equivalência como pressuposto para continuarmos como língua portuguesa.

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      De igual modo, parece-me que não existe essa norma, no conjunto chamado Reino Unido e, outro fato muito interessante é que a Alemanha convive tranqüilamente (não tranquilamente) com uma espécie de babel de dialetos, sendo o idioma falado na Alemanha, o alemão. Daí, como argüidor (não arguidor), querer saber se o Acordo Ortográfico (já de fato lei no Brasil) é de direito e de fato realidade em todos os países signatários... Vale à pena pensar seriamente e melhor nesse estranho negócio chamado Acordo Ortográfico até que chegue o ano 2013 (que já se foi)... Ainda continuo com a mesma visão ruim sobre essa questão e penso assim será até que a morte (minha ou dele) me separe.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
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A verdade é que não estava nos meus planos escrever no momento um Blog sobre o assunto Teologia e muito menos abordando o Tema específico: o livro de Jó, todavia, às vezes, coisas acontecem e mudam o nosso status quo e até motivação e intenção em fazer e de fato fazer algo, sendo repetitivo, aquilo que eu não tinha priorizado.

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  No dia 12/07/2015, Domingo próximo passado, pela manhã ─ à época que conclui o Estudo ─, na EBD da igreja Batista Esperança, onde se está estudando sobre os livros da Bíblia; quando neste dia (a data acima) se estudou sobre o livro de Jó... Embora eu não seja membro dessa igreja, muito de empatia ─ predisposição para simpatia e não antipatia  ─, existe de minha parte para com sua liderança e membros...

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Isto, essa relação de proximidade com esta igreja me tem feito participar de aulas em sua EBD, quando no Domingo próximo passado (considere a data acima) se estudou sobre o livro de Jó: trazendo a tona todas às incongruências sobre esse livro, construídas no decorrer do tempo, que ao meu juízo de quem estuda com seriedade o texto sagrado: o total e preocupante desconhecimento da exata finalidade desse livro; que demanda o também necessário conhecimento de hermenêutica, que permite a equilibrada avaliação de obras escritas em seu exato entendimento lingüístico, momento cultural, social, o objetivo do autor ao escrever o Estudo em toda sua contemporaneidade ─ quando não se deve dizer contexto histórico; porquanto contexto é aquilo que está em volta do texto e não o que acontece nessa ou naquela época.

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         Falando mais um pouco da liderança e membros da igreja Batista Esperança e de modo específico os alunos da EBD; aqui informo que tenho da parte de alguns alunos dessa EBD ferrenha oposição na direção dos meus postulados, que é ─ se não sabiam? ─ se constitui na coisa mais atraente para mim, tanto que, gosto desse tipo de abordagem, porquanto é exatamente naquilo que me contradizem que aprendo a melhor fundamentar e até mudar de idéia quando me provam o contrário ─, senão veja as informações sobre a minha Concomitância do Contraditório (sic), conforme está transcrito em meu Blog A DOUTRINA DAS IDÉIAS E/OU A IDÉIA QUE SE TEM DAS PALAVRAS ─ MEU OITAVO SOBRE HOMOSSEXUALIDADE  www.doutrinadasideias.blogspot.com , do parágrafo 57 ao de número 70, no qual explico esse meu mecanismo de evitar que eu seja inconseqüente e tendencioso; veja neste endereço o que estou sugerindo...

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      Também entendam que tenho substancial informação e grave sensibilidade (feeling) quanto à Psicologia, quando ─ graças a Deus por isto ─, consigo entender e perceber a gravidade ou não de atitudes em minha direção e de outras pessoas com tranqüilidade para administrá-las de maneira humana e cristã: em meu favor e daqueles com quem me relaciono, ainda que diante de hostil confrontação...

A CORRETA HERMENÊUTICA A SER OBSERVADA NA LEITURA DO LIVRO DE JÓ
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 Você que aprendeu e continuam indevidamente lhe ensinado que Jó não é um personagem; entenda que a pertinente discussão que levanto aqui neste Estudo tem como objetivo ajudar a todos nós em melhor entender o exato motivo da feitura deste livro; que é diferentemente do que defendem ditos importantes teólogos, do passado e muitos que nos são contemporâneos, quando nos conduz ao entendimento para o livro do homem Jó ter existido ─ que se assim for existiram também os seus três amigos, sua esposa (que aparece como vilã por ser a mulher pouco valorizada à época e em todo A.T.), seus dez (10) filhos e os SEUS serviçais de que morreram de forma inconseqüente nada justa visando contemplar todo enredo da dita história ─, e por fim: os diálogos nada convencionais ─ não ser coerente com a relação da necessidade de extremo respeito quando de Deus versus qualquer outro ente, seja humano ou angelical ─, entre Satanás e Deus, e entre Jó com Deus, ressalvando que a abordagem (falas, questionamentos) de Jó fora inteligentemente construída pelo autor do livro, em ter o identificável contexto da dificuldade de entender o porquê de tudo aquilo pelo qual estava passando; semelhante ao questionamento (de fato, história) do profeta Habacuque (626 a. C.) no início do seu livro sobre o cativeiro babilônico por vir... De forma diferente, embora os discursos dos três amigos (os ditos maravilhosos advogados de Deus) de Jó tenham sido exatamente na defesa de Deus, todavia foram ao final: todos os discursos rejeitados por Deus ─ nesta elaboração de Estudo Teológico avançadíssimo para a época, que com toda certeza não fora do período Patriarcal e sim bem posterior ─; para mostrar mais um ponto importantíssimo (do conjunto), que melhor foi explicado na bem posterior (mais de cinco séculos) experiência vivida de Paulo, conforme Atos 9. 15-16 ─ Disse-lhe, porém o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar meu nome aos gentios, aos reis e aos filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei quanto lhe cumpre padecer por amor ao meu nome... Oportunamente, tenham a sensibilidade de não alinhar o sofrimento de Jó ─ como ditos teólogos fazem e também não sigam aleatoriamente a referência bíblica que aponta para Jó ─, com o que está em Hebreus 12. 5-10 que é construção dele (o escritor aos Hebreus) a partir do que está em Provérbios 3. 11-12, porquanto o texto de Provérbios, como o de Hebreus (que é citação do primeiro): fala especificamente do amor e tolerância de Deus quanto aos nossos pecados, quando de fato somos seus filhos em adoção por meio da aceitação de Cristo Jesus, o perdão dos nossos pecados anteriores e também posteriores, quando nos trata como filhos, do Pai amoroso que é... Isto não tem absolutamente, nada a ver com o caso de Jó e sim: o de Jó tem semelhança com o de Paulo do texto transcrito acima. Estude a Bíblia com afinco e seriedade e muito cuidado com os ditos importantes teólogos de plantão e suas conclusões. Porquanto, a verdade sobre esse importante livro, que em todas as Bíblias está agrupado (listado e compondo-a) entre os ou como POÉTICO, que o torna, alinhando isto agora ─ que não vou usar como comprovação no elenco que farei, todavia é um ponto de relevância da sua não historicidade ─, ao seu conteúdo à fácil constatação de ser o livro Literatura de intencional Trabalho de fundamentação teológica...

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      Reiterando; se nós entendermos que o homem Jó existiu, a conclusão será ─ como tem sido divulgada e defendida por ditos iminentes teólogos ─:  o de concluir homem Jó como sendo a maravilhosa pessoa corretíssima, fidelíssima, paciente ao extremo e justíssimo. Diferentemente, se entendermos que Jó e todos os que aparecem no livro que leva o seu nome são exatamente personagens a compor o Estudo teológico pretendido pelo autor da obra. As coisas importantes que de fato estão contidas e são ensinadas no livro; aparecem, como que, naturalmente, e não mais veremos Jó como um super-homem e sim ─ é isto que o livro de Jó busca nos mostrar (ensinar) ─, que não só Jó (que tipifica alguém com esse perfil), mas qualquer ser humano (em qualquer época) é plenamente conhecido por Deus em suas atitudes e capacidade para fazer ou deixar de fazer qualquer coisa... Sendo repetitivo, o livro de Jó é um Estudo de Teologia Sistemática; surgiu aqui um ponto importantíssimo de conhecimento teológico, que é: a plena ciência de Deus sobre todas as coisas, que aproveito para lincar (perdoe o coloquial de Rede) isto aqui contatado com o que Paulo faz sobre o conhecimento humano versus o conhecimento de Deus; quando aproveitou a informação geral à época sobre filosofia grega em especial as obras de Platão  ─ Paulo tinha profundo conhecimento da cultura e filosofia grega, sabendo ele que os irmãos de Corinto também detinham esse conhecimento, por este motivo a todo tempo falava-lhes inserindo coisas da filosofia grega   ─, quando de maneira brilhante parafraseou a Alegoria da Caverna de Sócrates em Platão, conforme I Corintos 13. 9-12 ─ porque, em parte conhecemos e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma (alusão à caverna), mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido, por Deus que conhece plenamente a tudo e a todos... Tenha todo cuidado quando alinhar ou referendar determinado texto (informação) a outro, como tenho feito aqui e não demonize liminarmente a filosofia e conhecimentos outros, ditos humanos, porquanto o texto bíblico (principalmente o N. T.) está repleto deles.

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No século passado cunhou-se (foi convencionado) identificar aqueles que embora alfabetizados ou até com formação acadêmica: tivesse dificuldade em ler entender determinado texto, ainda que não extenso, ou escrever sobre determinado assunto, ainda que essa pessoa o conheça o Tema; o tal seria: ANALFABETO FUNCIONAL, e pasmem! Há muitos de nós que estão nessa incômoda condição; o que me faz lembrar célebre pergunta do diácono Filipe ao eunuco, mordomo-mor de Candace, conforme Atos 8. 30 ─ E correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías e disse: Entendes, porventura, o que estais lendo? Sendo esta pergunta e a resposta seguida de outra pergunta (agora do eunuco), versículo 34  Respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz o profeta? De si mesmo ou de outro?.. Dando o devido valor que de fato tem esse diálogo entre Filipe e o eunuco ─ sem considerar, inclusive, que o assunto em apreço era a profecia de Isaías sobre o ministério e sacrifício do Senhor Jesus  ─; entretanto analisemos de forma objetiva a questão pergunta de Filipe, que deve ser primeiramente recepcionada por cada um de nós à introspecção em nos questionarmos se de fato temos entendido aquilo que lemos e se temos sabido explicar a outros sobre esse ou aquele assunto, e mais ainda: se temos conseguido colocar (explicar) aquilo que dizemos entender e em uma fala coerente e se necessário escrever com detalhes aquilo que lemos e entendemos. Sendo isto muitíssimo sério, pois, como foi visto: o eunuco perguntou a Filipe sobre quem e a  conseqüência daquilo que ele havia lido recaiu ou recairia; que demandou da parte de Filipe ter que estar pronto para responder de maneira correta e bem fundamentada a indagação feita. Tanto isto é verdade, que Pedro nos exorta por meio de uma chamada de atenção dirigida aos judeus dispersos ─ não sendo, absolutamente, correto dizer que as epístolas de Pedro sejam Epístolas Gerais, todavia; basicamente, quase todas (quase, eu disse) as suas informações são atemporais e cabem também a nós hoje ─, conforme  I Pedro 3.  15 ─ Antes santificai vossos corações a Cristo como Senhor, e estais sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós... Um exemplo ou correta informação do que específico dos judeus nas epístolas de Pedro é o texto se I Pedro 2. 9; porquanto, Nação Eleita e Sacerdócio Santo é o povo judeu; diferentemente, nós os gentios, somos aqueles de Hebreus 12. 22 - 23 ─ (...); à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados.        

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Do outro modo, me entristeço em constatar que presentemente (nos dias de hoje) evoluímos negativamente quanto a isto, quando temos sido, não somente analfabetos funcionais e sim por opção danosa nossa: ANALFABETOS INTENCIONAIS, quando de maneira predatória atribuímos aos outros a incapacidade de entender coisas que estão dentro do universo da possível cognição humana; exatamente diferente do que nos ensina o profeta Oseías quanto ao conhecimento, quando diz ─ Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; se alguém assim não faz e pelo contrário critica a quem faz e até acusa aos que fazem, chamando-os de “metidos sabedores das coisas”; coisa essa (atitude dos que alugam a língua para o capeta falar por meio deles) que me faz lembrar algo acontecido comigo versus um brilhante professor de filosofia, que transcreverei parte do Blog sobre Dízimos, endereço www.odizimoabibliaremake.blogspot.com ; que corresponde à transcrição dos parágrafos 30 a 35 ─ Ainda, sobre a nossa de fato identidade, conforme Efésios 4. 13, e não deixe de ler I Timóteo 6. 3-20. Porquanto a Lei: o Preceito Constitucional que permite a Liberdade Religiosa: Art, 5º parágrafo VI, VII e VIII da nossa Constituição, de alguma forma, tem permitido que coisas lamentáveis sejam feitas no universo das religiões, não sendo a culpa, da fragilidade da Lei e sim da nossa falta de temor de Deus naquilo que ensinamos e praticamos ─ no momento (este Blog) estou me referindo especificamente ao dito mundo evangélico ─, e para de maneira mais didática voltar a abordar a coisa séria que é a manipulação dos fiéis por líderes carismáticos, que se aproveitam da ignorância popular e do medo natural daquilo que é metafísico ou espiritual, quando os enredam e se aproveitam para obter ganhos financeiros dos nossos bens... Cito isto, e lembrando que estou de forma objetiva preocupado com a manipulação feita em cima de nós, lamentavelmente usando o nome do Senhor Jesus, vou prosseguir...
              
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         Como a questão aqui ─ o Blog e mais precisamente esta dramática conclusão ─, refere-se à religião evangélica e a sua prática operacional. Vou me permitir usar um importante referencial didático do Budismo; quando se tem a informação, conhecida mundialmente de que o Mestre zen lin chi, para conscientizar os fiéis quanto à qualidade de sua relação com Buda quanto a um grau de melhor equilíbrio cognitivo (evolução espiritual, meditação), criou a metáfora de matar Buda. Coisa essa que motivou ao psicoterapeuta Sheldon B. Kopp (1929 - 1999) escrever a obra  If Meet Buddha on the Road, Kill Him! (Se você encontrar Buda no caminho mate-o!); com essas mesmas condicionantes metafóricas em ajudar a pacientes com dificuldades de identidade emocional e distúrbios outros, congêneres; que pasmem, é mais ou menos esse tipo de coisa que acontece com qualquer cristão enredado e manipulado por líderes inescrupulosos... O apóstolo Paulo como que antevendo este estado de coisas ─ profetizou em várias de suas cartas sobre o assunto ─, conforme II Coríntios 4. 4, II Coríntios 11. 13-15, II Coríntios 11. 23-31, Gálatas 1. 11-12, Colossenses 2. 7-8, I Timóteo 6. 3-7, I Timóteo 6. 9-24 e II Timóteo 4. 3-5; e anteriormente em rogo (súplica) ensinou aos irmãos de Roma e a nós, conforme Romanos 12. 1-2 ─ Rogo-vos, pois, irmãos pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. E quanto a isto, vou explicar de um modo melhor; convidando-o a concomitantemente fazer séria introspecção e flash back de tudo aquilo que você tem tido contato em matéria de informação sobre as coisas de Deus; quando não se tem na maioria das igrejas o verdadeiro ensino bíblico, e nas igrejas que têm Escolas Dominicais, na sua maioria a literatura é condicionante e não é de fato Estudo bíblico e sim homilética ─ os professores da E. B. D. não ministram Estudos bíblicos e sim pregam para seus alunos, e haja referencias ao Dízimo e ofertas!..

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    Cada cristão, que entende ter de fato recebido a Jesus como salvador, saberá e terá plena consciência, oriunda da ação do Espírito Santo: da sua agora liberdade em Cristo Jesus, porquanto em João 8. 32 o Senhor Jesus diz ─ e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Não há como entender um verdadeiro cristão que seja ou esteja dependente de líderes religiosos... Meu irmão em Cristo liberte-se mentalmente e do comandar as suas ações de vida: exercida por qualquer pastor, pastora, missionário, missionária, bispo, bispa, apostolo, apostola, semideus ou qualquer outro liderzão que quer viver à custa de sua pessoa e/ou enriquecer com o dinheiro que é teu... Mate a todos eles do controle que têm sobre você e sua família: seja e viva plenamente como um liberto pelo sangue do Senhor Jesus... Até porque, sobre riquezas (Mamon, conforme a Bíblia) e o ficar rico: esses não seguem nem nos ensinam a seguir o exemplo do príncipe Sidarta Gautama (Buda), do frade Giovanni di Pietro Bernardone (São Francisco de Assis) e muito menos do Senhor Jesus (quando deveriam), conforme Mateus 8. 19-20 e Lucas 9. 57-58 ─ Quando iam pelo caminho, disse-lhe um homem: Seguir-te-ei para onde quer que fores. Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça ─ Jesus, o Filho unigênito do Deus vivo (pelo fato elementar), conforme Efésios 1. 20-22  que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja... Para que ela, a igreja, que somos nós ensine as coisas de Cristo: com o conceito exatamente bíblico de “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” para que em todos nós se cumpra as palavras de Jesus: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e não ajamos como os que crêem na (Humberto) Eco-heresia literária de Obra Aberta, que é o mote dos pastores e professores homiletiqueiros: pregam o que lhes dá na telha no chamado trazer para os dias de hoje, não se dando conta que: qualquer ser humano que existira, existiu, existe e existirá; fora, foi, é e será capaz de aprender e de fazer tudo de mal ou: de bom, quando ajudadas pelo Espírito Santo; porquanto como diz o poeta popular ─  Apesar de termos feito tudo o que fizemos / ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais /.  
    
MOMENTO DESABAFO
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 Abusando da paciência que você tem dispensado às minhas ponderações vou abrir e usar este pequeno espaço criado antes de entrar nas considerações objetivas sobre o livro de Jó, no qual, farei singular desabafo em resposta à crítica que recebi quanto ao exercer juízo de valor sobre diversas questões... Quando em conversa com um professor de Filosofia: em nossa troca de considerações sobre determinada abra de Immanuel Kant; após as réplicas e tréplicas comentei sobre meus diversos Blogs e informei que ao mencionar obras de Platão, faço sempre o reparo de que ao meu juízo Platão não emite opinião nelas, que ensejou a lamentável crítica velada desse professor por meio de uma historiazinha ridícula. Na qual, ele informou (contou) que certo homem de idade já bem avançada, todavia com plena saúde, ao que, seu interlocutor lhe perguntou a razão dessa sua longevidade e plena saúde. Recebendo a solene resposta: de que esta saúde estava ligada ao fato dele nunca ter discordado de nada e de ninguém. Coisa essa questionada por seu interlocutor. Que laconicamente recebeu do controverso senil a resposta de que concordava com ele (com o interlocutor)... Com ares de vencedor este professor, inclusive num tom amigável-jocoso, me chamou de Kamikaze...

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   Ao fim deste desabafo parece-me que há pequena conexão: disso aqui, com a necessidade de matar alguma coisa como no caso da metáfora sobre Buda; quando, de antemão, afirmo com toda seriedade não ter mente assassina e muito menos suicida, daí não ser eu, decididamente um Kamikaze, todavia, se for necessário matar alguma coisa (idéias sem nexo, alienação e patrulhamento mental e coisas do gênero) as matarei sem morrer junto, inclusive, as idéias de jovens, adultos e de senis inconseqüentes que passivamente não emitem opinião nem discordam de nada... Historiazinha ridícula, a desse velho pouco inteligente dito “saudável”; coisa essa que receberia a plena reprovação de Aristóteles (o pai da lógica), porquanto, a longevidade sadia necessita de boa alimentação, constante atividade física e principalmente substancial atividade cognitiva (do cérebro), na leitura e conjecturas diversas...

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    Reconheço ser realmente prolixo; todavia, tenho que voltar novamente a Kant em algumas de suas considerações, até pelo fato de ter sido ele o Mote do início desse desabafo ─ também por ter plena conexão com o assunto do Estudo ─, e para tanto me permito apoiar-me mais um pouco nele, para ajudar nessa contraposição; porquanto em Immanuel Kant (1724 - 1804), um do pilares do pensamento humano e do Direito moderno; ele nos adverte quanto a nossa ingenuidade e o deixar-nos levar por Movimentos, Instituições, e líderes sérios ou não; quando critica essa nossa passividade em deixarmo-nos guiar pelos outros sem prévia avaliação racional; na sua obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, na qual aparece o seu Aufklärung Esclarecimento (Aufklärung) significa a saída do homem da sua menoridade, da qual o culpado é ele próprio. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a sua causa não estiver na ausência de entendimento, mas na ausência de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. (...). Em segundo lugar, a liberdade de pensar também se considera no sentido de contraposição a toda coação à consciência moral. Isso acontece sem qualquer poder exterior em matéria de religião, há cidadãos que se arvoram ao papel de tutores dos demais e, em vez de argumentos, conseguem aniquilar qualquer exame da razão mediante uma impressão inicial sobre os espíritos, por meio de fórmulas de fé impostas, as acompanhadas do angustiante do risco de uma pesquisa pessoal. (...). Ouço agora, porém, exclamações de todos os lados: “não raciocineis!” O oficial diz: não raciocineis, mas exercitai-vos. O financista exclama: “não raciocineis, mas pagai!” O sacerdote proclama: “não raciocineis, mas acreditai!” (“Um único senhor no mundo diz: raciocinai, tanto quanto quiseres, e sobre o que quiseres, mas obedecei!” Os governantes despóticos). Eis aqui por toda parte, a limitação da liberdade. Mas que limitação impede o esclarecimento (Aufklärung)? Qual não impede, e mesmo o favorece? Respondo: o uso público da razão deve ser sempre livre e só ele pode realizar o esclarecimento (Aufklärung) entre os homens. (...). Ressaltei preferencialmente (Kant o fez: essas são palavras dele, todavia, plenamente atuais, por este motivo as uso aqui), em matéria religiosa, o ponto principal do esclarecimento (Aufklärung, reiteração intencional de Kant), a saída do homem da sua menoridade, da qual é culpado. Pois no que se refere às artes e ciências, nossos senhores não têm o menor interesse de exercer a tutela sobre os súditos, além do que também aquela (a religiosa) menoridade é de todas a mais nociva e indigna. Mas como sábio (o líder religioso ou o simples membro), tem completa liberdade, e até mesmo o dever, de dar a conhecer ao público todas as suas idéias, cautelosamente examinadas e bem intencionadas, sobre o que há de errôneo naquele credo, expondo suas propostas visando à melhor instituição da essência da religião e da igreja. Infelizmente a grande maioria de nós, que nos postamos como esclarecidos e entendedores de tudo; estamos ingênua e perigosamente nesta passiva menoridade desta crítica kantiana, e não pense que ninguém lá no passado já não tenha advertido sobre isto, senão veja o que os discípulos disseram ─ justamente de onde Kant tirou a informação ─: Paulo, em I Coríntios 3. 2, o mesmo Paulo em Hebreus 5. 12-13 e Pedro em I Pedro 2. 2 ─ não estejamos na menoridade, quando se toma leitinho e sim, sejamos adultos na fé alimentando-nos de alimento sólido...

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Sei de sua premente expectativa (de você que está lendo este Estudo) em que lhe seja informado ou provado em síntese didática de não ser o livro de Jó um relato histórico, todavia, inspirado por Deus e legitimamente canônico, e sim um lindo Trabalho de Teologia Sistemática presente de maneira intencional por Deus no Antigo Testamento contemplando o processo de aprendizado dos judeus e por fim a nós gentios ou exatamente toda humanidade... Já estou caminhado na direção desse desfecho...

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           Estudar um livro ou determinado texto ─ também determinada fala também discurso ─ que não vem ao caso aqui ─; é primeiramente, ou antes, de qualquer outra coisa a análise ainda que em rápida síntese do texto em apreço, e saber de antemão os objetivos (a intenção) das informações contidas no livro ou texto que se está estudando; sendo que, pode acontecer ser preciso analisar se de fato estamos estudando com seriedade esse material em apreço nas inúmeras questões contidas no material (livro) para se chegar com segurança à intenção do autor. Todavia, o dito por mim agora não é inconseqüente (ter que estudar tudo para saber a intenção do autor), porquanto, identificar plenamente o objetivo e intenção do autor é a majoritária conclusão de poder dar título ou exatamente dizer (identificar) sobre o quê é este livro, texto, fala ou discurso. Também pelo fato elementar de: sabendo-se da intenção do autor naquilo que ele escreveu; isto, essa prioritária informação será, como que, a bússola que guiará o estudo em rota segura de hermenêutica inteligente e conseqüente... Senão, pense em hermenêutica e suas ferramentas, que é esse conjunto de avaliação em conclusão de inicial sinopse para se produzir a exegese (explicação, conclusão) do estudo que se fez do livro com a mínima possibilidade de erro.

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  1 ─ A primeira prova evidente de não ser muito antigo o livro de Jó: é a sua Teologia que não está presente no período dos patriarcas e juízes; do que, basta uma leitura acurada em todos os livros do Antigo Testamento; quando só conseguimos encontrar abordagens com similitude da feitura do livro de Jó ─ principalmente a presença de Satanás e poder acontecer o dito justo sofrer por anuência de Deus ─; sendo evidente essas coisas terem acontecido após a queda dos dois reinos, o cativeiro babilônico e com relação a Satanás, precisamente nos escritos do profeta Ezequiel 28. 15 ─ Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade (ler todo capítulo) ─; texto esse que é uma metáfora sobre o rei de Tiro identificando de maneira clara a existência de Satanás, sua inimizade contra Deus e conseqüente perda do status de anjo especial; inclusive, esse texto foi usado por Machado de Assis em sua emblemática obra Dom Casmurro, como o cerne de toda de toda fundamentação; que comento em um Blog sobre a obra numa abordagem de ensino de hermenêutica que não é a rígida caixinha catalogal dos cursos acadêmicos e sim uma espécie de feeling, possível a qualquer pessoa de bom nível de Q.I. ─, com endereço  www.verdadedomcasmurro.blogspot.com . para acessá-lo clique aqui ou no final do Blog.

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2 ─ Toda a argumentação (do livro) em seus personagens são plenamente humanas e em claro objetivo de informar regras ou a efetiva Teologia inicial Neotestamentária, conforme vou explicar nesta pequena sinopse final, senão comece a fazer uma espécie de flash back de tudo aquilo que você conhece sobre a Bíblia e compare-os com as informações contidas no livro de Jó e conclua você mesmo a maravilhosa ação humana inspirada pelo Espírito Santo de Deus ou se este livro não é uma narrativa histórica como alguns teólogos querem e sim ótima Literatura de ensino teológico.

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     3 ─ Obviamente ─ sendo isto muito claro na leitura do livro ─, Jó e todos os personagens do relato do livro não existiram. Claro que Deus existe e sempre existiu; como também Satanás, desde quando fora criado por Deus, todavia, Deus, Satanás e todos os demais personagens no livro em suas ações e falas são fruto de ficção de argumentação teológica, abordando questões de suma importância teológica, por sinal muito bem feita.

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   4 ─ O relevante neste Trabalho de Sistematização Teológica, não é a fidelidade e perseverança de Jó e sim a exata capacidade de Deus em saber de antemão aquilo que qualquer um de nós é capaz de fazer ou não fazer ─ esta é a informação na dita fidelidade de Jó... Aproveito para citar e transcrever um texto do Novo Testamento, que este sim teria semelhança com o que Jó era como ser humano e a plena ciência de Deus daquilo que ele seria ou não capaz, que é o texto no qual, agora, não Deus o Pai, mas, o seu Filho, o Senhor Jesus... O apostolo João no primeiro capítulo do seu evangelho narra de maneira sucinta sobre a formação do colegiado apostólico, que fora feito por Marcos (os doze nomes sem ordenação histórica), Lucas ─ também com a lista dos doze nomes, mas, de igual modo, sem ordenação histórica do chamado deles, conforme Lucas 6. 12-15  ─, Mateus fez um pequeno seguimento histórico na chamada dos quatro primeiros: Pedro e seu irmão André, Tiago e seu irmão João, conforme Mateus 4. 18-22; depois reproduziu a lista completa na Comissão chamada dos doze, em Mateus 10. 1-5... Voltando a João, ele registrou sobre este assunto em João 1. 45-47 ─ Felipe achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveu Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José. Perguntou-lhe Natanael? Pode haver coisa boa vinda de Nazaré? Disse-lhe Felipe: Vem e vê. Jesus, vendo Natanael aproximar-se dele, disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo! Jesus falando de um homem que lhe está agora sendo apresentado, Ele Jesus: disse àquele homem, Natanael que sabia exatamente o que ele era como ser humano.  

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     5 ─ Outro ponto de suma relevância ou a principal informação constante desse livro, porquanto é a prova canônica evidente de menção ao Senhor Jesus, conforme Jó 19. 25 ─ Eu sei que meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra, que dentro de toda argumentação teológica do autor, ele, sem ter consciência exata do que reproduziu neste versículo, tornou a sua teologia plenamente cristocêntrica, como Davi fez em vários Salmos sem ter consciência de que o estava fazendo, conforme a identificação posterior feita pelos escritores do Novo Testamento, tanto que o escritor aos Hebreus fundamenta a divindade do Senhor Jesus usando fragmentos de dez (10) Salmos e dois (2) do livro de Isaías.

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  6 ─ A morte dos dez (10) filhos de Jó e seus empregados, só não é inconseqüente do ponto de vista de Deus; por ser todo o texto desse Trabalho de Teologia Sistemática ficcional-argumentativo, senão: no pressuposto de Jó ter existido; conseqüentemente sua esposa, seus dez (10) filhos, seus três amigos e os seus serviçais que também morreram. Faz esse entender ser como colocar para Deus uma situação dificílima de ser explicada, ou melhor, de ser aceito como verdade do Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando, nesse pressuposto: Deus, nesta disputa pouco razoável com Satanás; estaria super valorizando a vida de Jó e a prova em questão e ao mesmo tempo ignorando a vida de várias outras pessoas; as quais morreram para que essa prova se concretizasse, se este livro fosse um relato histórico e não um lindo ficcional Trabalho de Teologia Sistemática, que anula todos esses não-s e senão-s presentes neste livro.               

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    7 ─ Eu não especulo, nem vou desenvolver (especular), absolutamente, sobre quem seria o autor do livro de Jó por achar isto irrelevante; tão-somente me preocupo, e como já comentei no parágrafo de número 21: a questão substantiva quanto a este livro é: diferentemente o seu conteúdo em relação ao momento da trajetória da evolução teológica dos ensinamentos de Deus, por meio dos escritores do texto sagrado, quando isto é tão sério e de necessário conhecimento e entendimento, que o ponto mais importante dessa trajetória; foi marcado e nominado por Paulo, inclusive, em três de suas cartas: aos Gálatas 4, 4 (kairós) e aos Efésios 1.10 (cronos), quando ele nominou e identificou cronologicamente como Plenitude dos Tempos. Quando na carta aos Romanos ─ ditada por ele para Tércio escrever ─, está grafado cronos (grego χρόνος, data medida: tempo medido) e em Gálatas o termo usado por ele foi kairós (grego καιρός, momento). Para o qual tempo (καιρός) ditos eminentes teólogos deram a este tempo a feitura específica cristã de ser o kairós (καιρός) o de Tempo Deus, quando kairós (καιρός) é simplesmente o tempo que identifica ou marca o momento (καιρός: período, data) do acontecimento daquilo a que se refere, conforme explico no Blog sobre a heresia chamada de Doutrina da Trindade, endereço  www.heresiadatriunidade.blogspot.com    .

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  Quanto ao período que já teria similitude teológica com a contida no livro de Jó, que aventei a hipótese de ser pós a queda dos dois reinos de Israel; quando se viu na teologia de Ezequiel essa forte presença, como já citei no parágrafo de número 21, e em Jeremias há algo muito interessante em todo o livro, que aponta para o cativeiro babilônico; não como sendo uma punição para aos judeus, e sim um período de aprendizado, conforme o texto da carta de Jeremias aos deportados, conforme Jeremias 29. 11-14 ─ Pois eu bem sei  os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança. Então me invocareis, e ireis e orareis a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis, e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o Senhor, e farei voltar os vossos cativos, e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o Senhor; e tornarei a trazer-vos ao ligar de onde vos transportei... Texto esse, que pasmem! É também usado pelos líderes caça-níqueis de plantão, os quais adoram citar os versículos onze (11) e doze (12) para estimular e encorajar os pagadores de dízimos e ofertas, como se este texto da carta de Jeremias aos cativos em babilônia fosse a promessa de Deus de dar felicidade aos mãos-abertas que enriquecem eles, os maravilhosos ditos servos de Deus... Com relação ao de fato conteúdo desse texto de Jeremias, poder-se-ia falar de outros livros desse período, mas, no momento (por hora) fiquemos com esta pequena referência.

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 8 ─ O escritor aos Hebreus nos diz (informa) em uma sinopse que é a síntese de todo plano de Deus para a humanidade, como Ele fala; exatamente como fizera em todo o tempo por meio do seu povo (o povo judeu), continua e continuará nos falando sem descer dos céus e ter qualquer dialogo com quem quer que seja, por mais que esse se julgue santo e justo, porquanto o modelo é Hebreus 1. 1-2 ─ Havendo Deus falado muitas vezes, e de muitas maneiras aos pais por meio dos profetas, nestes últimos dias a nós falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem também o mundo; que combina ou está alinhado com várias  informações históricas, das quais transcreverei duas... Algo importante a ser observado por todo aquele que estuda o texto sagrado; é o fato de que a sistemática oralidade (Deus de fato falando) presente no Antigo Testamento e em alguns no Novo, é exercício de retórica didática ─ pelo fato espiritual de buscar melhor aceitação e respeito quanto ao que é ordenado a fazer ou não fazer. Que aqui vou melhor fundamentar esta informação inicial, mas antes acompanhe comigo alguns esclarecimentos em outros momentos e em outros textos da Bíblia. Isto, a pessoa de Deus falar aos seres humanos diretamente tem a sua âncora na feitura das vestes sacerdotais e um determinado item delas, que é base (já disse: âncora) quando dessa âncora (transcrita a seguir) decorrem muitas outras da informação que está em Êxodo 28. 30 ─ Também porás no peitoral do juízo o Urim e Tumim ─ luzes e perfeição, que eram as pedrinhas para lançar sortes de consulta ou uma das formas como Deus respondia, (falava) ─, para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar diante do Senhor; assim Arão levará o juízo do povo de Israel sobre o seu coração diante do Senhor continuamente, ler todo o capítulo e também o de número trinta e nove (39), que é uma repetição.

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  Só há um texto para o qual não emito opinião quanto ao fato de Deus ter falado ou não, que foi o contato de Deus com Moisés no monte Sinai. No caso do profeta Isaías o contato foi de uma visão, possivelmente sonho. O pretenso diálogo com Salomão, os escribas ao escreverem os livros das Crônicas, revisaram o diálogo para sonho. Vou agora parafrasear o escritor aos Hebreus ─ Havendo Deus falado muitas vezes (por meio de anjos e do Urim e Tumim), e de muitas maneiras aos pais por meio dos profetas; como no caso de Acã, quando seguidamente foram lançadas sortes até se chegar a ele quanto àquele pecado. Já no final do período dos juízes (Samuel já havia morrido), Saul anteriormente abandonado por Samuel enquanto era vivo, consultou ao Senhor, conforme I Samuel 28. 6 ─ Pelo que consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas... Aí está: nesse pequeno conjunto de informações o que de fato é Deus falando na Bíblia ─ estude mais e melhor o texto sagrado ─; que espero abra a sua mente para entender a intencional retórica da oralidade de Deus (Deus falando de fato) no texto sagrado, que é base da Literatura Teológica do importante do livro de Jó, de vários outros textos no Antigo Testamento e alguns no Novo... 

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    Quando se estuda ou se faz séria avaliação sobre aquilo que de fato Deus tenha falado há que cuidadosamente se determinar ─ como no caso aqui, que tudo o que é reproduzido neste livro se constitui em trabalho literário do autor do livro de Jó e não uma construção retórica do próprio Deus ─, a forma como foi produzida a dita fala de Deus, conforme o informado nos dois parágrafos anteriores... Agora, considerando o verbalizado em Jó (atribuído a falas de Deus) constata-se ─ embora todo o livro de Jó seja de ótima qualidade literária e teológica ─, a normal limitação humana quando alguém é colocado a falar como se fora Deus; senão leia e avalie os argumentos colocados na dita fala de Deus neste livro (fruto da cognição e habilidade do autor do livro); e façamos, reiterando, uma pequena comparação entre argumentação do autor do livro de Jó ─ como se o próprio Deus estivesse falando, todavia de ótimo nível de aprendizado teológico ─, versus a singular, contundente (do ponto de vista lingüístico): que identifica plenamente o quanto é diferente quando alguém fala como se fosse Deus ou quando o próprio Deus de fato fala ou então o seu Filho, o Senhor Jesus, conforme a Parábola do Bom Samaritano: quanto à semântica e o pleno domínio dialético e retórico; o Senhor Jesus trabalhou diversos ensinamentos em função desses conhecimentos, sendo o da parábola do “bom samaritano” (Lucas 10. 25-37), um dos grandes exemplos do seu uso. Literalmente (no etimológico) um doutor da lei perguntou a Jesus, quem seria o nosso próximo. Que do ponto de vista literal e etimológico, sabemos ser aquele que está próximo de nós e vice-versa. Também o Senhor Jesus poderia ter dito isto, todavia não o fez pela sua sabedoria e não ser prolixo como eu. Próximo, substantivo, como também; próximo, adjetivo; é algo ou cada um de nós que vem depois. Entretanto, Jesus criou uma pequena história (parábola), na qual, três personagens: qualquer um deles poderia ser o “próximo”, e constrói ser aquele sobre quem havia o pior conceito para os judeus, o que se mostrou humano e compassivo, e arremata, devolvendo a pergunta: qual daqueles três foi o próximo do homem que fora assaltado? Num entendimento que transcendeu ao literal e etimológico, todavia perfeitamente semântico e didático, tanto que, o doutor da lei entendeu e plenamente aquiesceu ao que Jesus buscou mostrar. Colocando mais um pouquinho de didática e principalmente semântica nisto: o substantivo e adjetivo “próximo”, usados nessa parábola, mostram no desenvolver dela, algo muito interessante ─ o homem assaltado; próximo, substantivo, como o samaritano ─, viu passar por ele, o também próximo substantivo, o sacerdote; logo em seguida passou o próximo (adjetivo), que de igual modo era também próximo substantivo, o levita; e por fim, ele foi socorrido pelo próximo (adjetivo), o samaritano, também substantivo. Sacerdote, levita, samaritano, substantivo, ou adjetivo... Decididamente, a questão não é, e não será a do etimológico. Jesus mostrou isso plenamente; e sim o plenamente semântico, presente na maioria das interpretações bíblicas, quando conduzidas por uma hermenêutica inteligentemente, de quem, quando fala o faz no pleno conhecimento de tudo trabalhando-as em todas as suas vertentes necessárias.

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     9 ─ Falando agora dos três (3) amigos de Jó, isto, a análise do que eles representariam quanto à afirmação teológica pretendida pelo autor do livro. Que no capítulo quarenta e dois (42) conclui que os amigos dele erraram em tudo que disseram sobre Deus não correspondia ao que de fato é verdade bíblica; entenda objetivamente que de maneira inteligente e madura, hoje, já decorrido quase dois mil anos é inadmissível que ditos iminentes teólogos e os elogiados líderes de Mídia não se preocupem ou também não saibam exatamente o que de fato o texto bíblico ensina; coisa que torna cada vez mais grave a desinformação reinante no dito maravilhoso evangelho que tem cooptado milhares senão  milhões de pessoas; sem que isto tenha feito a corrupção e a violência diminuir, como tenho sugerido a fazer um gráfico com dois vetores: o do dito evangelho redentor e moralizador e outro que sinalize a violência. Com relação a isto já sabemos o resultado: que identifica a violência está na realidade e no gráfico se verá (no vetor violência) um pique ascendente em relação ao do evangelho; sabendo-se que todas as vezes que houve avivamento cristão verdadeiro em qualquer parte do mundo: que se veja a historia da igreja... Quando digo vetores e não  linhas de tendências; é pelo fato de que a relação do dito evangelho salvador e moralizador versus a violência tem de fato um comportamento semelhante ao de vetores, ambos lineares e igualmente ascendentes, inclusive, se afastada a idéia estatística de linhas de tendências; entre os quais deveria haver correlação negativa, ou seja, o crescimento de uma fazer a outra diminuir; como foi o de fato acontecido na história ─ como comentei sobre a história da igreja, cujo crescimento fazia o crime e a violência diminuir ─; dando a essa dicotomia de estatística de tendências do evangelho versus violência a conseqüência que contemplaria para o crescimento do evangelho a violência já ter chegado a um nível pelo menos aceitável. Todavia, o que se tem presentemente não tem característica de estatística de tendências e sim de dois vetores: o do dito evangelho que cresce e o da violência que lamentavelmente crescendo muito mais.

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 Agora de forma objetiva sobre o livro de Jó, nas falas dos seus três (3) amigos. As suas proposições foram na direção da dicotomia que: aquele que é correto e fiel a Deus é o ser humano com saúde, rico, feliz e protegido. Entretanto todo aquele que comete pecado e não serve a Deus é punido por Ele. Que resulta; segundo essa leitura simplista, a conclusão também simplista de se alguém está sofrendo algum mal: esta pessoa está em pecado, sendo em síntese esta a conclusão e verbalização dos amigos de Jó. O que elucida mais ainda a feitura de Tratado sobre Teologia para o livro de Jó e a sua não antiga existência. Ainda tem-se que Jó em sua contraposição ao seu amigo Zofar no capítulo vinte e um (21) e a Elifaz no capítulo vinte e quatro (24), ele, Jó traz para a correta avaliação daquilo que ele estava passando a inteligente ponderação que está também presente no livro do profeta Malaquias 3. 14-15 e no Salmo 73 de Asafe, que é a constatação de Deus não ser mesquinho como os amigos de Jó e todos nós que pensamos exatamente como eles; não estando eu  avalizando o piegas trazer para os dias de hoje e sim que  Deus usou o autor do livro de Jó para marcar de forma cabal essa heresia com cara de advogar a causa de Deus... Ainda, como se o autor do livro de Jó quisesse dizer a mim e a toda raça humana (isto inclui você que está lendo este Estudo) que não sejamos ingênuos e analisemos que ele ao escrever o livro intencionalmente colocou duas vezes (dois textos iguais) algo que anula a oralidade divina (Deus de fato falando), uma dica para você saber que este livro não é uma narrativa histórica... Leia os dois textos (versículos), que são Jó 1. 8 e 2. 3: Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem integro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal?.. Note a parte em vermelho, que para ser uma fala de Deus; deveria estar escrito: que teme a mim ou que me teme. Prestemos mais atenção a tudo que lemos e estudemos com calma, porquanto o Espírito de Deus tem nos dias de  hoje a missão dada por Deus, o Pai do Senhor Jesus em nos ajudar em todas as coisas, principalmente quanto ao conhecimento na correta avaliação de tudo que lemos.

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          10 ─ Há ainda, um ponto sério para qualquer judeu que sempre foi relevante quando de alguma ponderação que as incluía. Estou falando das mulheres sim. Sendo o livro de Jó uma obra de ficção (Literatura técnica teológica) inspirada pelo Espírito Santo de Deus, mesmo  assim, por ter sido escrita por um ser humano como tudo no mundo fora foi e é: ainda por meio de um computador (como é hoje) como este Estudo que você está lendo. Dito isto, entenda que no Estudo sobre teologia, que é o livro de Jó a esposa dele fora preservada para funcionar como uma espécie de vilã, cujas falas valorizariam mais a posição de Jó. A tentativa de tornar Jó uma pessoa que existiu, através das citações em Ezequiel e Tiago; isto não quer dizer exatamente que ele tenha existido, porquanto o que se mirou foi a credibilidade dada ao autor do ótimo personagem, como o filho ingrato da parábola, o qual, até ganhou um efetivo nome e aceito por todos: a do Filho Pródigo da parábola de Jesus... Ainda: não diga que as dificuldades de Jó desfavorecem o seu uso pelos líderes das igrejas caça-níqueis, pelo contrário, eles a deslancham na, como que, saga da bênção ─ não estou dizendo que eles usam essa denominação ─, ou seja, eles dizem que aqueles que estão sofrendo algum mal; assim estão por estarem na prova, e logo desfrutarão da bênção em dobro.

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    A questão de mostrar evidencia de ser o livro de Jó Literatura  e não um relato histórico; no qual, Jó e todos os outros personagens não teriam existido de fato encontra como tenho demonstrado até agora vários elementos na avaliação teológica fora e dentro do texto do livro que se poderia estender mais e mais esse elenco possível de ponderações, todavia, não vou fazê-lo; buscando finalizá-lo, inclusive, com uma importantíssima informação teológica, que tem conexão com o livro e também de alcance Escatológico. Que é o fato de ter acontecido duas chamadas quedas de Satanás  ─ coisa essa não conhecida pela quase totalidade dos ditos teólogos ─; que se você está lembrando o relato do início de Gênesis 3. 1. Tem-se a informação por inferência de Satanás não ter mais comunhão com Deus e de agir como seu inimigo, conforme a ação da serpente (metáfora para Satanás), novamente fora citada em Gênesis 3. 13-15 e ele Satanás posteriormente teve essa sua separação de Deus documentada por Ezequiel (595 a. C. - 574 a. C) todo o capítulo 28, conforme o informado no parágrafo 21 acima, quando na metáfora sobre o rei de Tiro é informada a primeira queda de Satanás (antes da criação do ser humano). Por ter ciência dessa separação relativa (ainda não total) entre Satanás e Deus, o autor do livro de Jó construiu para o seu Estudo a possibilidade de Satanás ter acesso à pessoa de Deus e até criou diálogos para melhor embasar o Estudo. Dito isto, agora devo a você que está lendo este meu Blog a informação sobre a outra e definitiva queda de Satanás ─ que após essa, que se deu no início da era da graça ─; a qual documentarei com o exato fato, que é referente à chegada de Jesus nos céus pós-ressurreição e os quarenta dias que aqui ficou junto com os discípulos, o texto é Apocalipse 12. 5-9 ─ (...) Então houve guerra no céu, Miguel e seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu. E foi precipitado o grande dragão a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e seus anjos foram precitados com ele (leia todo o capítulo)... Por fim, aproveitando o ensejo de novamente fazer um largo elogio pós-morte ao autor do maravilhoso livro de Jó, cuja habilidade retórica permitiu a feitura desse amplo Tratado de Teologia Sistemática, senão  leia e analise todas as anteriores ponderações e está linda construção retórica de Jó 42. 5-6 ─ Com os ouvidos eu ouvira falar dede ti; mas agora te vêem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza.      

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          Este Estudo começou a ser escrito em 13-07-2015, segunda feira próxima passada e hoje, dia 19-07-2015 pela manhã, o estou postando na Rede sem ter feito sua revisão; que paulatinamente o farei, inclusive, com um possível acréscimo e estou aberto a todos os comentários oriundos de qualquer fonte, e principalmente dos membros da igreja Batista Esperança que questionaram algumas das minhas proposições sobre o livro em apreço. 

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CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O ESPIRITISMO NA VERTENTE SEGUNDO ALLAN KARDEC

                                          FINAL I

Esse é o meu trigésimo terceiro Blog, conforme expliquei no início nas Considerações Iniciais, de uma série de muitos outros sobre vários assuntos que pretendo postar. Sendo que o seguinte a ser postado ─ contrariando o até agora anúncio do Tema seguinte  ─, será sobre aquilo que mover meu coração (cognição é o correto) no momento. Com relação aos meus Blogs já existentes e os futuros quando forem postados. A maneira mais fácil de acessá-los é a de estando você em qualquer um deles; com um clique no link perfil geral do autor (abaixo do meu retrato), a lista de todos os Blogs aparecerá, bastado para acessar cada um clicar no título correspondente. 


FINAL II

Quanto ao conteúdo do Blog anterior, deste e dos futuros; no caso do uso de parte das informações dos mesmos; peço-lhe, usando a mesma força de expressão usada nos Blogs anteriores:  Desesperadamente me dê o devido crédito de tudo o que for usado  não tão-somente em função do direito autoral, mas, para que, por meio da sua citação, o anterior, este, e os futuros sejam divulgados por seu intermédio de maneira justa e de acordo com a Lei.
 
                    Jorge Vidal  Escritor autodidata     
  

                                                    Email egrojladiv@yahoo.com.br

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